domingo, janeiro 17, 2010

Custa!


Custa! Se custa! Nadar contra a corrente, fazer uma força contrária à natural.
Custa! Se custa! Quando caminhamos em frente e uma rajada de vento nos atira para trás.
Custa! Se custa! Saber que o percurso é demasiado tortuoso. Saber que as armadilhas que nos esperam são tantas.
Custa! Se custa! Fazer um esforço podendo este ser em vão. Saber que tudo o que fizemos e faremos poderá não dar frutos.
E se é custoso porque continuamos? Sendo o único incentivo uma luzinha dourada que poderá não passar de uma miragem?

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Estranheza incomoda

Nem sei para que escrevo isto. Na verdade não quero de todo que alguém leia. Apenas escrevo porque sinto necessidade. Estamos naquela fantástica, maravilhosa, famosa "Época de Exames". Logicamente eu deveria estar enterrada em livros, fotocópias e afins, tendo como único objectivo safar-me nos exames. Mas não estou...Em vez disso estou para aqui a escrever não sei muito bem o quê e passei o dia a ler "O Diário da Princesa". No meu secundário, em épocas de testes, qualquer livro que nada tivesse a ver com estudos estava proibido. Tanto que se por acaso pegasse nem, era de imediato assombrada com um grande peso na consciência. E sabem que mais? Quem me dera voltar a sentir esse peso. Aliás, quem me dera voltar a ter consciência.
Eu tento, juro que tento estudar. Mas não consigo. É que isto podia ser apenas "preguicite". Também o é com certeza, mas não só. Na verdade, quando ganho coragem, amarro-me a uma cadeira e abro os cadernos, sinto qualquer coisa de esquisito. Ao fim de pouco tempo estou exausta. tipo, o esforço não devia ser assim tão grande...Eu devia gostar daquilo, afinal de contas trata-se da minha vida. Mas só de pensar que vou ter de estudar aquelas coisas todas nos próximos anos sinto-me cansada. E se penso que vou gramar aquilo o resto da minha vida, fico desesperada. E é estranho!EU DEVIA AMAR AQUILO!!!! Eu sempre gostei daquilo. Mas sinto algo de errado. Não penso que não goste, não penso que não queira. Apenas penso que há peças que não encaixam. E se ao menos soubesse quais são...Poderia corrigir o erro. Mas desta vez eu não sei o que há de errado. Apenas sinto um aperto esquisito no peito e uma desmotivação um tanto ou quanto suspeita...
Que seja só "preguicite" para bem de mim!!!!

sexta-feira, dezembro 25, 2009

Em busca do tudo...

Estava numa daquelas noites insones e agitadas, em que aguento uma mente cheia de nada, quando resolvi olhar pela escuridão. Senti vazio, um monte de nada se cruzava no meu olhar. Olhava em frente e nada via. Olhava o lado e nada tinha. Como me via tão inquieta se um nada me envolvia? Então percebi que o nada é o bastante. É o bastante para me encher de interrogações e inquietações. Se ali estava o nada, onde estaria o tudo? Aquele nada deixava o clima frio. Assombrava-me a cada momento. Mexia-me e remexia-me, desejando libertar-me do vazio. Foi então que resolvi procurar o tudo...

Levantei-me e procurei algo que cobrisse a falta que sentia. A ausência de iluminação impedia o encontro de uma saída. Andei Às voltas pelo quarto negro. Caía no negrume. Levantava-me mas de nada valia. É que por muito que caminhemos, se apenas seguirmos escuridão, não encontraremos claridade.

Decidi mudar de estratégia. Liguei um candeeiro e aí vi o que me rodeava: paredes. Limites à minha existência. Se antes sentia a minha visão limitada, agora era o meu corpo, o meu ser. Não iria preencher o vazio se estivesse enclausurada. Tinha de procurar a luz. A luz livre!

Caminhei lentamente até à janela.Tinha a esperança de, no outro lado, encontrar o que procurava. Abri e observei cautelosamente o silêncio do mundo. Parecia estar sozinha. Não se via vivalma. Tinha a certeza que o tudo estaria por ali...Mas onde? Continuava sem saber...

A luminosidade resultante dos candeeiros de rua já permitia o vislumbrar de todo um mundo a descobrir. No entanto, era artificial, era forçada. Naquela noite tinha decidido encher-me de sentido...Não queria encher-me à força...De vazio estava eu repleta!

Olhei para cima e aí vi. Vi algo que nem a mais elaborada estratégia humana pode alcançar. Vi algo que nenhuma luz artificial pode eclipsar. Vi algo tão natural e espontâneo, algo tão certo e cheio de sentido. A verdadeira luz da noite é aquela que vem da verdade e não falha. É aquela que não finge brilhar, brilha! É simples e a qual poucos ligam...Talvez os loucos...Ah como me quis encher de loucura naquele momento!

-Estrelas, como brilhais tanto? Parecem tão cheias de um tudo!

Pareceu-me ouvi-las falar enquanto dançavam na escuridão:

-Tudo o que precisamos é da nossa luz para brilhar.

Elas transformaram a escuridão numa festa e numa esperança. Apenas precisavam do seu brilho.

Regressei à cama. O quarto continuava negro como antes. Mas algo estava diferente. O vazio já lá não residia. Sabia que eu estava lá e era o que bastava.

Nessa noite sonhei que era também uma estrela brilhando intensamente no céu. De lá podia ver todo um mundo que era um tudo. Já não era eu a precisar de um tudo mas sim um tudo a precisar de mim. Era mais do que tudo! Dançava como as outras, naturalmente e tudo estava certo.

Desde aí que passei a ver a noite com outros olhos...

domingo, dezembro 20, 2009

Excepções à regra 1

A vida é uma constante mutação. Transformamo-nos a pouco e pouco. Às vezes o processo é tão lento e natural que nem nos damos conta. Não requer qualquer esforço, apenas acontece. Só mais tarde nos apercebemos o quanto tudo está diferente. Mas outras vezes, a mudança é repentina, inesperada ou talvez maior do que o que esperávamos. Há momentos em que sentimos dificuldade em encará-la. Que nos sentimos até fora do nosso mundo, e o objectivo é a adaptação.
O ser humano vive numa constante adaptação. Tudo que este quer é integrar-se,é dar-se bem no seu circulo, no seu meio. Como já referi, há adaptações que não pedem esforço mas há momentos em que nos são pedidas estratégias. E são as atitudes que fazem a diferença. Tudo se resume às atitudes que cada um resolve tomar. A sociedade mais parece um tribunal. Todos os nossos passos são passiveis de julgamento. Ou temos cuidado, ou sofremos as consequências. E se queremos ser bem aceites no nosso meio, então devemos fazer as coisas certas. E quais são as coisas certas? Por muito que falem, os passos a dar não estão escritos em manuais. Viver não é uma receita de culinária. O que nos resta? Esteriótipos e padrões culturais! Tomamos como exemplo o comportamento que as massas adoptam. Assim esperam que ajamos.
Quando esses modelos diferem da nossa essência deparamo-nos com um dilema. Qual o caminho certo? Ser diferente porque o somos, ou ser igual porque o são? Para dificultar um pouco temos o problema da adaptação. Que caminho escolher se queremos ser bem aceites? A escolha difere de pessoa para pessoa.
Vou centrar-me na minha preferida: na diferença. Então escolho dizer não! Escolho dizer não quero isto, não vou por aí. O que me acontece? A não ser que encontre bom senso sou apontada. Posso mesmo ser gozada. Onde fica a minha adaptação? No isolamento! E era este o objectivo inicial? Não! então qual é a solução? Ser como as massas? E o que farão os outros em relação a mim? Dependendo da sua escolha, muitos deles farão o que as massas fizerem.
Mas afinal quem começa? Se há comportamentos padronizados, alguém teve de ser o primeiro a tê-los. E esse alguém teve de ser diferente.
Então o que é que leva umas diferenças a serem aceites e integradas no socialmente aceitável e esperado e outras a serem apontadas. Pergunto: quais são os requisitos que a minha diferença tem de cumprir?
Darwin não podia estar mais certo. Neste mundo sobrevivem os mais fortes! O mais forte é quem consegue fazer valer a sua...Uns ficam pelo caminho...Outros conformam-se...E depois há aqueles que muitos querem ser, eu inclusive:Os precursores de novos padrões!

domingo, dezembro 06, 2009

Esta é pra ti Inês- Risco

Está na altura de assumir a plenitude da incerteza. Correr o risco de correr riscos. Nada nos prende, nada nos faz ficar ou não agir. Não há nada a perder. O único perigo é não ganhar...E quando se age, há sempre repercussões.
Porque não esquecer o passado? Porque não esquecer tudo o que aprendemos até agora? Deixemos a responsabilidade para mais tarde. Conquistemos o que o mundo tem para nos dar.
Somos jovens...Nós temos tempo...Nós ainda vamos a tempo...Temos muito para nos arrepender...Poderá ser apenas um cliché, uma frase feita como outras tantas, mas arrependamo-nos de algo que nos fez arriscar, que nos fez cair e magoar, que nos fez crescer e aprender...
Vivemos cravadas de cicatrizes, mas já não somos bebés para ter a pele macia e suave. Somos seres a amadurecer...
Então arrisquemos...Apostemos tudo o que temos. E multipliquemos o que somos...

domingo, novembro 22, 2009

Não é so saber o que se estuda...É perceber o que se estuda

Depois do que tenho visto, do que tenho passado e do que me tenho esforçado posso bem dizê-lo. Acho um ultraje haver tantos licenciados desempregados. Uma pessoa esforça-se, mata-se para conseguir atingir os objectivos quase inalcansáveis...No mínimo deveria ser um investimento certo.

Eu adoro Direito, devoro as aulas de Direito, matei-me a estudar Direito...Para chegar ao teste e espalhar-me ao comprido!!! Mas porquê? Para quê?

E agora cá estou, a esquecer que tudo pode correr mal e que o esforço pode ser em vão, a estudar História Económica por cadernos de textos numa língua que me é completamente desconhecida INGLÊS!!!! Que raios, digam o que disserem inglês não é para mim...E não percebo nada.

Não haverá tradução para Francês ou Espanhol???? Já que não existe em Português????? GRRR

sábado, novembro 21, 2009

A carta que nunca irás receber

Tanto escrevo e para quê? O que me continua a motivar? São palavras vazias, estas que escrevo. Palavras que são tantas vezes repetidas e se desvanecem no nada. É com tanta força que as profiro e são um nada. Talvez seja porque só as profiro num sonho, numa vontade. Gostava tanto de poder voltar a dizer-te tudo o que vai cá dentro. Gostava tanto de voltar a sentir quem sou eu e descobrir mais de mim. Não imaginas o quanto doí ter de esconder o que há de mais certo em mim. Queria olhar-te nos olhos, de novo e poder dizer o quanto te amo, o quanto queria que estivesses ao meu lado, o quanto me apetece largar toda uma vida de fachada e ir contigo.
Parece que foi ontem que te conheci, que soube o que era uma vida alternativa e verdadeira. E já há um ano deixei de te poder dizer o que sinto e quanto és importante na minha existência.
Devo-te a ti tudo o que sou hoje. Devo-te a ti os momentos que me fizeram agarrar-me à vida com unhas e dentes.
Não te quero deixar ir e muito menos ir sem ti. Só queria seguir a vida que escolhi. Aquela que realmente faz sentido, o único caminho que me vejo a percorrer.
Eu mudei muito desde que te conheci. Os meus objectivos cegos passaram a ser ideias preconcebidas. Não me trazem o efeito que queria. De que vale tanta riqueza se nos falta o verdadeiro amor e o risco que este traz?
Por favor, não vás sem mim!

terça-feira, novembro 17, 2009

papas de azeite

E na primeira vez que tentei fazer arroz saiu............................................Papas de azeite!!!!
Como é possivel??? Tenho fome pah

segunda-feira, novembro 16, 2009

Borboletas


Já aqui falei uma vez sobre a melhor maneira de apanhar borboletas. Experimentei e dei conta que de facto era verdade. Estava comprovado. Foi uma das melhores descobertas da minha vida e eu tinha orgulho na sabedoria que tinha adquirido.

Mas qual não é o meu horror quando olho para a minha mão e me dou conta que tenho, de novo, a rede na mão. As borboletas fogem e eu corro atrás delas. Corro, corro, corro. Canso-me e caio fatigada. E o que consegui com este esforço? Nada. Olho para cima e lá estão as borboletas, inalcansáveis. Mas claro, que estou para aqui a fazer? Porque tenho esta rede na mão? Mas afinal, porque corro eu?


Acho que está na hora de contar o que se passa realmente comigo cá no Porto. Mal cheguei, perdi-me! Senti-me desorientada. Um mundo novo me esperava e com ele uma esperança. Mas não demorou muito até que tudo não passasse de uma desilusão. Desilusão não por ser mau. Desilusão porque eu queria que osse bom demais. E desde logo a ilusão desmoronou. Não ia às festas como sonhara, não devorava as aulas como esperara, não me sentia livre como desejara, não estava com quem queria e novos conhecimentos mal os via. Durante algum tempo escondi esta desilusão. Queria ser como os outros. Queria adorar esta nova etapa. Mas sabia que não estava a correr como queria. Chegou a um momento que a solidão pesou, que a tristeza assombrou e tudo aquilo que não devia aparecer agora. Voltei a perguntar-me: mas porquê? Porque não consigo ter a vida que sonhei tal como 0os outros conseguem?


Hoje percebi. Tinha desistido. Tinha desistido de o conseguir a partir do momento em que não me protegi. Não me protegi e deixei-me ir abaixo por uma ilusão, por uma rejeição. Desisti de mim e passei a mendigar atenção de quem já não me podia dar. Queria esmolas e desisti da fortuna. Mas porquê? Porque o fiz? nem eu consigo encontrar resposta. Não é racional. Quando se trata de sentimentos nada é racional (e não me venham com Damásio).
Decidi então tomar uma atitude. Decidi começar de novo e fazer tudo aquilo que tinha planeado. Está na altura de conhecer o mundo. Está na altura de falar com pessoas diferentes, de conhecer realidades distintas. Experimetar o que sempre quis experimetar. Só assim me posso encontrar. Só assim posso atingir o que realmente quero.

Ah! "O segredo não é correr atrás das borboletas...É cuidar do jardim para que elas venham até ti" (adoro esta frase)

Ridiculo

Isto pode parecer ridículo...ou não, mas me encontro na solidão do meu quarto a jantar...A parte ridícula é estar a escrever ao mesmo tempo. Mas o mais ridículo ainda´, é o que vou escrever a seguir:
Luta Bela, não desistas. Pensa que cada garfada que levas à boca é um passo que te leva ao vestido...Tas muito magrinha para poderes vestir algo tão elegante. Continua...:D

domingo, novembro 15, 2009

o que mais te queria dizer

-Nao vejo nada do que quero nisto...Mas sei o que quero...O IMPOSSIVEL!
-O quê?
- Boa noite...
E despedi-me como se tivesse dito tudo não podendo dizer nada. Desliguei o msn e fiquei imóvel a olhar o monitor...Tal qual como se estivesse a olhar o horizonte.
-Tu sabes do que falo...
E deitei-me na esperança de um novo dia.

Doi

Transformaste-te em tabu. O teu nome fere-me o peito. A desilusão sufoca-me. Quando me passas pelo pensamento, deixo de conseguir respirar. Sinto-me insana, louca...Não consigo ser racional quando se trata de ti. Cegaste-me. Preciso que te afastes da minha mente para sobreviver. Sinto-me envolta em escuridão, sinto-me claustofobica. Esta desilusão é como uma queimadura bem marcada e dolorosa.

É cedo!!!

Irrita-me! Irrita-me profundamente ser dia 15 de Novembro e ter que ouvir musicas de Natal. Não estou a pensar nos presentes, não estou a pensar em decorar uma árvore nem estou a pensar em paz e amor...A minha mente continua invadida por imagens que remetem para Sol praia e afins... Eu sei que já é um bocado tarde mas acho uma transição muito brusca passar do top para o sobretudo...

quinta-feira, novembro 12, 2009

Amanhã teste!!!

Quando Microeconomia se torna num Macroproblema!!!:p

sexta-feira, outubro 30, 2009

Desistir

Desistir não porque desisto. Desistir apenas porque me pedes, porque é a tua vontade. A minha desistência é luta. É só mais uma tentativa. Desistir? eu não desisto. Desistir é morrer e eu não morro. Eu vivo, resistindo a todas as facadas, caminhando contra a corrente. Se desisto é porque me pedes. E a desistência não é minha. É apenas tua!

Fazendo as contas

Aminha prof de Direito (que eu tanto gosto) disse para lermos um livro até ao teste, que segundoela, o tipo de escrita é quase incompreensível... Eu estou a amar Direito e até gostava de ler o livro...Mas visto que estou cheia de testes e sem perceber quase nada, pergunto: COMO? A prof sugeriu lermos 5 horas por dia e assim líamos num instantinho.Visto que tenho 6 disciplinas (das quais Direito é a mias fixe:p), deveria estudar 6x5=30 horas por dia. Como o dia só tem 24 horas e eu tenho necessidades a serem satisfeitas diariamente, como todos os seres humanos, concluo que aquilo que nos é proposto é HUMANAMENTE IMPOSSÍVEL!!!!

domingo, outubro 25, 2009

Duvida

Não sei qual o caminho,
Ou talvez qual o destino.
Porque sempre recomeço
E em nada permaneço.
Sou alma viajante
Com olhar sonhador.
Em mim nada é constante,
Só esta eterna dor.
Neste coração descontente,
Há sempre o espaço invadido
Por esta interrogação permanente.
Vivo num mundo perdido
Porque as certezas um dia
Se tornam em verdades dúbias.
E o que ontem me iluminava,
De sonho não passava!

sexta-feira, outubro 16, 2009

Nostalgia

Olhando para o céu, por de trás de uma lágrima penso: podia pedir às estrelas que me trouxessem o teu olhar. Gostava de voltar a ver-te brilhar, como quando me sorrias, como quando sentias que o segredo era sonhar. E sonhávamos com um mundo a conquistar. Vivíamos na fantasia de tornar possível tudo em que acreditávamos.
E contemplavamo-nos embalados pela melodia daquela canção... Aquela que tanto nos diz, que tanto nos retrai. Dançávamos até ao infinito, sem parares de me fitar. Dançávamos os acordes de um amor puro e imaturo.
Sinto o desejo de voltar. Voltar a ter o sonho que invadia a nossa alma e cantar. Cantar com um encanto que nos faz sentir e esperar pelo momento. Momento que partiu ou que voltará. Momento em alto-mar, ancorado no meu sonho imenso, que se reflecte no céu.

Túnel

O túnel escuro já deixa entrar esperança. Vê-se uma luz tão perto, mas sinto-a tão distante. Porque não a alcanço? Será uma miragem? É como andar no deserto, sequiosa, e vislumbrar um oásis. Mas quanto mais ando, mais a luz se afasta. Até que rastejo e imploro que venha a mim. Deitada, cansada e desejosa, resisto. Digo só para mim, em tom baixinho, que é quanto a força me permite, falta pouco. Aguenta que um dia verás o céu!

uffa

Raio de Faculdade...Finalmente consegui vir ca...('Tava sem pc...)