Está publicado o capitulo II de "A amizade é real". Peço aos leitores para lerem a história por ordem (primeiro o capitulo I e depois o II) como é óbvio.
É certo que gosto muito de escrever. Ultimamente tenho tido muitas ideias para escrever novas histórias. Infelizmente, devido à falta de tempo, é impossivel realizar esses projectos. Nos ultimos tempos tenho-me tornado numa romantica. Este feito é inédito pois eu nunca fui dada a estas coisas... Na verdade, escrevo conforme o meu estado de espirito...Quererá isto dizer alguma coisa?
Lutar pelos nossos objectivos não é uma tarefa nada fácil mas não podemos desistir. Por lutar por sonhos a nivel pessoas, crio dificuldades no campo pessoal. É muito complicado gerir tudo isto.
Costumo dizer que os meus dias deveriam ter quarente e oito horas em vez de vinte e quatro para poder ter mais tempo para mim e para os meus projectos pessoais...
Pergunto-me se alguém percebeu do que estava a falar...
Acho que é cedo para me adiantar neste campo tão pessoal de que pertendo falar...
terça-feira, janeiro 16, 2007
Capitulo II de "A amizade é real" - Da realidade à fantasia
As coisas mudaram um bocado com a chegada de um novo rapaz à rua. Luís, era o seu nome, parecia um miúdo muito estranho. Tudo à volta dele era um mistério. A imaginação das crianças chegou ao limite. Devido a estranhos comportamentos do seu irmão, como quando espreitava pela janela com ar assustador e lhes metia medo e com a ajuda das histórias sinistras que os mais velhos lhes contavam, as crianças afirmavam que Luís e sua família eram fantasmas, coisa que nunca se veio a confirmar.
Depois de vários acontecimentos estranhos e inexplicáveis na “Rua”, surge um que é levado mais a sério. Apesar de não mostrarem, até os mais velhos se sentiam receosos em relação ao que se passava. Como não haveriam de se sentir assim? Sempre que algo diferente acontecia, a ”Rua” tornava-se misteriosa e sombria. Surge então a “Lenda do Capa Vermelha” na “Rua” por parte dos adultos. As crianças contavam aos mais crescidos, que a mesma acontecia na “Rua”, mas estes acreditavam que era fruto da sua imaginação. Estariam certos? Será? Talvez…
“Segundo esta lenda, os antigos das Lages*, diziam que costumavam ver, nas manhãs de nevoeiro, um vulto vermelho enquanto trabalhavam nos seus campos. Isto suscitava muito medo nos que habitavam nas Lages, pois a seguir a esse fenómeno sucediam estranhos desaparecimentos de pessoas das redondezas, juntamente com um rasto de destruição. Dizia-se que era a marca do “Capa Vermelha” arrastando as suas vítimas. Ninguém estava impune.”
Com o tempo, as crianças começaram a ver marcas semelhantes às da lenda. Apareciam do nada pequenos rastos de destruição. Mas como saberiam se estes acontecimentos estavam relacionados com a famosa lenda? Nunca viveram tal situação. Só conheciam a lenda contada de boca em boca e como se sabe: “quem conta um conto, acrescenta um ponto”. Mas o que é certo é que algo fora do normal se passava. Apareciam objectos que levavam a crer que os conduziam ao “Capa Vermelha”.
Num desses dias, apareceu por toda a “Rua”, um rasto de pétalas de rosa vermelhas juntamente com uma mensagem:
Querem saber onde estou?
Ponham-se a pensar.
Sigam a lógica
Perto de mim vão chegar.
Esta mensagem não dizia nada aos miúdos.
Nessa noite, Cris percebeu do que se tratava. Só podia ser o jogo da lógica*. Juntaram-se todos à volta de Cris a escutar o inteligente raciocínio que partia da única pista existente:
Cris: - Pétala? Pétala – Rosa! Rosa? Rosa – Roseira! Roseira? Roseira – Planta! Planta – Arvore! Árvore – Madeira! Madeira? PAPEL!!! ELE ESTÀ NA FÁBRICA DE PAPEL!!!
-Pensem um bocado…Onde fica a fábrica de papel? Nas Lages. O que é que acontece nas Lages? Vocês sabem.
Na “Rua” criou-se um silêncio frio e assustador. Era mesmo verdade que existia uma fábrica de papel nas Lages. Estaria lá o que eles procuravam?
Depois deste acontecimento, as crianças começaram a sentir fascínio por temas que metessem medo. Começaram a reunirem-se à noite para contarem as suas histórias mais assustadoras. Ao princípio era tudo imaginação, até que a Carla quebrou a fantasia e contou uma história real – “O cavalo que corre o fado”.
“Dizia-se que quando uma mulher tinha cinco filhos homens ou cinco filhas mulheres o quinto teria de se chamar Adão ou Eva respectivamente. Caso contrário o seu filho ou a sua filha corriam o fado.”
Carla: - Um dia, uma mulher pediu ajuda ao meu bisavô. Este era conhecido como um homem corajoso que não tinha medo de nada. A mulher dizia que durante a noite, quando ia ao quarto da sua filha e a via dormir, sentia que alguma coisa estava errada. A filha não acordava até de manhã. A mãe sentia que o espírito da pequena não estava no seu corpo. O meu bisavô perguntou-lhe quantos filhos tinha e o nome da filha em questão. A mulher respondeu que tinha cinco filhas e que a pequena se chamava Amélia. O meu bisavô percebeu logo – a lenda do “cavalo que corre o fado”. Quando soavam as doze badaladas da meia-noite, o espírito de Amélia transformava-se num cavalo branco que corria pela vila…ou seja corria o fado!
A meio da história, Daniela reparou que havia uma luz que tirava todo aquele clima. Disse bem alto que a mesma se podia apagar. Passado alguns minutos isso aconteceu inexplicavelmente. O terror espalhou-se pelas caras das crianças, mas Carla continuou a história…
Carla: - O meu avô decidiu ajudar a mulher. Este criou uma cerca de madeira por onde o cavalo passava, com o objectivo de o parar para lhe atirar com uma seta. Se o meu avô não lhe acertasse no sítio certo a pequena morria mas felizmente isso não sucedeu e o espírito dela ficou livre para sempre.
Passado alguns dias, Daniela, ouviu à meia-noite, o galopar de um cavalo. Não foi a única. O que seria?
Depois de vários acontecimentos estranhos e inexplicáveis na “Rua”, surge um que é levado mais a sério. Apesar de não mostrarem, até os mais velhos se sentiam receosos em relação ao que se passava. Como não haveriam de se sentir assim? Sempre que algo diferente acontecia, a ”Rua” tornava-se misteriosa e sombria. Surge então a “Lenda do Capa Vermelha” na “Rua” por parte dos adultos. As crianças contavam aos mais crescidos, que a mesma acontecia na “Rua”, mas estes acreditavam que era fruto da sua imaginação. Estariam certos? Será? Talvez…
“Segundo esta lenda, os antigos das Lages*, diziam que costumavam ver, nas manhãs de nevoeiro, um vulto vermelho enquanto trabalhavam nos seus campos. Isto suscitava muito medo nos que habitavam nas Lages, pois a seguir a esse fenómeno sucediam estranhos desaparecimentos de pessoas das redondezas, juntamente com um rasto de destruição. Dizia-se que era a marca do “Capa Vermelha” arrastando as suas vítimas. Ninguém estava impune.”
Com o tempo, as crianças começaram a ver marcas semelhantes às da lenda. Apareciam do nada pequenos rastos de destruição. Mas como saberiam se estes acontecimentos estavam relacionados com a famosa lenda? Nunca viveram tal situação. Só conheciam a lenda contada de boca em boca e como se sabe: “quem conta um conto, acrescenta um ponto”. Mas o que é certo é que algo fora do normal se passava. Apareciam objectos que levavam a crer que os conduziam ao “Capa Vermelha”.
Num desses dias, apareceu por toda a “Rua”, um rasto de pétalas de rosa vermelhas juntamente com uma mensagem:
Querem saber onde estou?
Ponham-se a pensar.
Sigam a lógica
Perto de mim vão chegar.
Esta mensagem não dizia nada aos miúdos.
Nessa noite, Cris percebeu do que se tratava. Só podia ser o jogo da lógica*. Juntaram-se todos à volta de Cris a escutar o inteligente raciocínio que partia da única pista existente:
Cris: - Pétala? Pétala – Rosa! Rosa? Rosa – Roseira! Roseira? Roseira – Planta! Planta – Arvore! Árvore – Madeira! Madeira? PAPEL!!! ELE ESTÀ NA FÁBRICA DE PAPEL!!!
-Pensem um bocado…Onde fica a fábrica de papel? Nas Lages. O que é que acontece nas Lages? Vocês sabem.
Na “Rua” criou-se um silêncio frio e assustador. Era mesmo verdade que existia uma fábrica de papel nas Lages. Estaria lá o que eles procuravam?
Depois deste acontecimento, as crianças começaram a sentir fascínio por temas que metessem medo. Começaram a reunirem-se à noite para contarem as suas histórias mais assustadoras. Ao princípio era tudo imaginação, até que a Carla quebrou a fantasia e contou uma história real – “O cavalo que corre o fado”.
“Dizia-se que quando uma mulher tinha cinco filhos homens ou cinco filhas mulheres o quinto teria de se chamar Adão ou Eva respectivamente. Caso contrário o seu filho ou a sua filha corriam o fado.”
Carla: - Um dia, uma mulher pediu ajuda ao meu bisavô. Este era conhecido como um homem corajoso que não tinha medo de nada. A mulher dizia que durante a noite, quando ia ao quarto da sua filha e a via dormir, sentia que alguma coisa estava errada. A filha não acordava até de manhã. A mãe sentia que o espírito da pequena não estava no seu corpo. O meu bisavô perguntou-lhe quantos filhos tinha e o nome da filha em questão. A mulher respondeu que tinha cinco filhas e que a pequena se chamava Amélia. O meu bisavô percebeu logo – a lenda do “cavalo que corre o fado”. Quando soavam as doze badaladas da meia-noite, o espírito de Amélia transformava-se num cavalo branco que corria pela vila…ou seja corria o fado!
A meio da história, Daniela reparou que havia uma luz que tirava todo aquele clima. Disse bem alto que a mesma se podia apagar. Passado alguns minutos isso aconteceu inexplicavelmente. O terror espalhou-se pelas caras das crianças, mas Carla continuou a história…
Carla: - O meu avô decidiu ajudar a mulher. Este criou uma cerca de madeira por onde o cavalo passava, com o objectivo de o parar para lhe atirar com uma seta. Se o meu avô não lhe acertasse no sítio certo a pequena morria mas felizmente isso não sucedeu e o espírito dela ficou livre para sempre.
Passado alguns dias, Daniela, ouviu à meia-noite, o galopar de um cavalo. Não foi a única. O que seria?
segunda-feira, dezembro 25, 2006
Como prometido, está publicado o 1º capitulo da fantástica história que retrata a infância da minha gentil pessoa e da minha melhor amiga!!! Como nome provisório tem "A amizade é real". Devo dizer que esta história é completamente veridica para minha grande vergonha. Como as pessoas involvidas são um pouco ridicularizadas neste conto, optamos por usar nomes ficticios. Garanto-vos que isto é um estrondo. Ler vai ser divertido...Então imaginem ter vivido estas cenas malucas...Prometo-vos que vão gostar...
Para já fica publicado o 1ºcapítulo. Em breve publicarei o 2º... Boa leitura!!!
Ps: Deixem comentários à história por favor.
Para já fica publicado o 1ºcapítulo. Em breve publicarei o 2º... Boa leitura!!!
Ps: Deixem comentários à história por favor.
de "A amizade é real" - Capítulo I - "As traumatizadas"
Daniela sofre um trauma de infância quando lhe dão o nome “nelita”, coitada, brincava solitária na “Rua”. Vamos lhe chamar “Rua”! Ela passava o seu tempo, a falar com pessoas que os outros não viam, pois é, e não e´tudo ela brincava ao faz de conta e tinha um namorado imaginário…pobre criança… Adorava imaginar grandes aventuras e convencia-se mesmo que estava a vivê-las. Passava tardes a brincar como se estivesse a voar, no fundo ela queria imitar aquela cantora que canta:”I belive I can fly;I belive can tutch the sky…” porque fazia GESTOS como se tocasse no céu…. Chegando mesmo a ser patética. Por outro lado, Carla era mais realista. Adorava dançar (e não com musica imaginária).
Um dia, Carla foi à janela da sua sala e viu a pequena Daniela a brincar ao faz de conta. Pensava que a miúda tinha pirado. Mazinha como mostrava ser, abriu por completo a janela, aumentou o volume da música e começou a dançar tentando mostrar que era a melhor. Daniela viu-a e morreu de vergonha. A partir daí tentou sempre fugir daquela sua vizinha… Morria de vergonha sempre que a via.
Isto não poderia ficar assim senão não tinha piada! Depois de algum tempo, Carla mostrou que não era tão mazinha como parecia e Daniela perdeu a sua timidez. As duas tornaram-se grandes amigas e desde aí nunca mais se separaram.
Aqui está como estas meninas se conheceram. E depois? O que é que lhes aconteceu? A resposta é tão extensa que não cabe nesta história por mais que se escreva.
Carla e Daniela passaram a sua infância com várias aventuras. Nelas participaram não só as duas meninas, mas também as outras crianças que habitavam nas redondezas. Destas destacam-se Cris, irmã de Carla e João, bem como os seus irmãos, Pedro e Maria.
Estas crianças passavam os dias a inventar brincadeiras novas. Onde elas se metiam!
-Guerreiros? Eram coisas de desenhos animados, talvez.
-Leca? - Mas o que é isso? – Perguntam vocês.
-Acampamentos sem sair da rua? – Mas que grande imaginação.
Algumas brincadeiras eram infantis e outras bastante criativas. Na verdade o mais importante de tudo é que viveram a sua infância ao máximo.
Um dia, Carla foi à janela da sua sala e viu a pequena Daniela a brincar ao faz de conta. Pensava que a miúda tinha pirado. Mazinha como mostrava ser, abriu por completo a janela, aumentou o volume da música e começou a dançar tentando mostrar que era a melhor. Daniela viu-a e morreu de vergonha. A partir daí tentou sempre fugir daquela sua vizinha… Morria de vergonha sempre que a via.
Isto não poderia ficar assim senão não tinha piada! Depois de algum tempo, Carla mostrou que não era tão mazinha como parecia e Daniela perdeu a sua timidez. As duas tornaram-se grandes amigas e desde aí nunca mais se separaram.
Aqui está como estas meninas se conheceram. E depois? O que é que lhes aconteceu? A resposta é tão extensa que não cabe nesta história por mais que se escreva.
Carla e Daniela passaram a sua infância com várias aventuras. Nelas participaram não só as duas meninas, mas também as outras crianças que habitavam nas redondezas. Destas destacam-se Cris, irmã de Carla e João, bem como os seus irmãos, Pedro e Maria.
Estas crianças passavam os dias a inventar brincadeiras novas. Onde elas se metiam!
-Guerreiros? Eram coisas de desenhos animados, talvez.
-Leca? - Mas o que é isso? – Perguntam vocês.
-Acampamentos sem sair da rua? – Mas que grande imaginação.
Algumas brincadeiras eram infantis e outras bastante criativas. Na verdade o mais importante de tudo é que viveram a sua infância ao máximo.
"A Amizade é real" - Introdução
Toda a gente sabe que todos os momentos são para viver ao máximo, tanto os bons como os maus pois são parte de nós. Por esta mesma razão, três amigas fazem das suas vidas uma verdadeira loucura.
Tudo começa num pequeno local com cerca de 80 metros de comprimento em que as protagonistas desta história viveram grandes aventuras na sua infância. E a história começa mesmo aqui – na infância.
Daniela e Carla conheceram-se nesta pequena rua que muito lhes deu. A primeira sempre viveu aqui. Não conheceu outra morada a não ser esta, enquanto que a segunda só veio morar para aqui quando já era uma criança crescida.
Tudo começa num pequeno local com cerca de 80 metros de comprimento em que as protagonistas desta história viveram grandes aventuras na sua infância. E a história começa mesmo aqui – na infância.
Daniela e Carla conheceram-se nesta pequena rua que muito lhes deu. A primeira sempre viveu aqui. Não conheceu outra morada a não ser esta, enquanto que a segunda só veio morar para aqui quando já era uma criança crescida.
quinta-feira, dezembro 21, 2006
O amor é uma ilusão
Isto é um pouco complicado de falar...Se calhar só digo isto porque me desiludi com a vida, com o amor...Se eu parar e pensar um bocado, todos os dias vejo na televisão, novelas ou series que demonstram que o amor é uma coisa bela, real e eterna. Se é bela? concordo...Real? Começo a duviar... Eterna? discordo plenamente.
Mas que raio de sentimento é este que é efemero? Se calhar é isto que o torna especial...Único...E que temos de aprender a vivê-lo no momento. Talvez seja isso que me falta. Aprender a viver a minha vida no presente, esquecendo o passado e o futuro, apenas viver o agora...Talvez tenhamos todos de fazer isso para conseguirmos ser felizes...
Apesar de tudo eu acho o amor muito injusto...É que quando estamos bem, somos as pessoas mais felizes do mundo, quando estamos mal...bem... temos de aprender que nem tudo é um mar de rosas... Mas quando acaba....É tão ingrato! Somos tão felizes durante um tempo, damos tudo de nós e outras coisas mais, sonhamos, criamos, idealizamos para depois tudo acabar... Por isso é que eu digo que o amor é uma ilusão...Sonhamos ser felizes para sempre mas um dia descobrimos que a vida foi ingrata...Isto dito por uma rapariga de 15anos que quer muito voltar a acreditar que o amor ainda nos pode fazer eternamente felizes...
Mas que raio de sentimento é este que é efemero? Se calhar é isto que o torna especial...Único...E que temos de aprender a vivê-lo no momento. Talvez seja isso que me falta. Aprender a viver a minha vida no presente, esquecendo o passado e o futuro, apenas viver o agora...Talvez tenhamos todos de fazer isso para conseguirmos ser felizes...
Apesar de tudo eu acho o amor muito injusto...É que quando estamos bem, somos as pessoas mais felizes do mundo, quando estamos mal...bem... temos de aprender que nem tudo é um mar de rosas... Mas quando acaba....É tão ingrato! Somos tão felizes durante um tempo, damos tudo de nós e outras coisas mais, sonhamos, criamos, idealizamos para depois tudo acabar... Por isso é que eu digo que o amor é uma ilusão...Sonhamos ser felizes para sempre mas um dia descobrimos que a vida foi ingrata...Isto dito por uma rapariga de 15anos que quer muito voltar a acreditar que o amor ainda nos pode fazer eternamente felizes...
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Desgosto,
Esperança,
Sentimentos
sábado, dezembro 09, 2006
Natal...
Pois é...O Natal está aí à porta!!!!
Quando era pequenina adorava esta época festiva. Acreditei no Pai Natal até para aí aos meus 8 anos. Até escrevia cartas, fazia desenhos e deixava bolinhos para o velhinho de barbas branquinhas...O momento de decorar a árvore de Natal era mágico! Quando era mais pequena, o Natal era a minha época preferida!!!
Bom, bom ainda não decorei a minha árvore...Vou ver se faço isso o mais rápidamente possivel. Pois, agora já não acredito no Pai Natal, a magia já não é a mesma...
Hoje, comecei a fazer as minhas primeiras compras de Natal. É todos os anos um stress, saber o que vou dar a quem. É que eu não tenho imaginãção nenhuma, mas pelo menos fica a intenção...
Tou com um problema mta grande!! Há uma cena que odeio profundamente no Natal. Na dita consoada os ditos seres que me acompanham, lembram-se de ir todos jogar sueca e não me deixam participar na dita actividade social...Grrrr...Meus amores, não discriminem. É muito triste ser ignorada nessa noite. É que não me deixam mesmo jogar. :(
Ok mas esqueçam isso, a mensagem que quero passar é que confraternizem com as pessoas que mais gostam...
Quando era pequenina adorava esta época festiva. Acreditei no Pai Natal até para aí aos meus 8 anos. Até escrevia cartas, fazia desenhos e deixava bolinhos para o velhinho de barbas branquinhas...O momento de decorar a árvore de Natal era mágico! Quando era mais pequena, o Natal era a minha época preferida!!!
Bom, bom ainda não decorei a minha árvore...Vou ver se faço isso o mais rápidamente possivel. Pois, agora já não acredito no Pai Natal, a magia já não é a mesma...
Hoje, comecei a fazer as minhas primeiras compras de Natal. É todos os anos um stress, saber o que vou dar a quem. É que eu não tenho imaginãção nenhuma, mas pelo menos fica a intenção...
Tou com um problema mta grande!! Há uma cena que odeio profundamente no Natal. Na dita consoada os ditos seres que me acompanham, lembram-se de ir todos jogar sueca e não me deixam participar na dita actividade social...Grrrr...Meus amores, não discriminem. É muito triste ser ignorada nessa noite. É que não me deixam mesmo jogar. :(
Ok mas esqueçam isso, a mensagem que quero passar é que confraternizem com as pessoas que mais gostam...
sexta-feira, dezembro 08, 2006
O que é que se passa com esta gente?
Nestes ultimos tempos tenho reparado em algo que me anda a inquietar. Passa-se montes de tempo com pessoas com quem partilhamos bons momentos e de repente puf! Acaba-se tudo. Foi apenas necessário mudar de escola para ver muitas pessoas a não me ligarem nenhum quando passam por mim. Afinal o que se passa? Hello!!! Continuo a ser a mesma pessoa!
Outro dos casos que tenho visto é colegas meus a deixarem a sua "antiga vida" enterrada e começarem uma como se nunca tivessem tido outra. Não percebo como é que temos uma sociedade tão deslaçada.
Se calhar eu já sei o que se passa. O problema é meu. Sim, só pode ser. Se calhar os outros é que procedem da maneira correcta. Mas eu não consigo ser assim! Alguém me consegue explicar como é que se consegue esquecer tudo de bom que se viveu e com quem se viveu? Nós ao longo da vida tamos sempre a conhecer pessoas novas. Será que há vagas para isso? Se conhecemos uns temos de deixar de conhecer outros? Nós deviamos estar sempre a ganhar novos amigos, não a perde-los.
Há um ano sentia-me muito bem, sempre rodeda de gente fixe. Agora sinto-me tão sozinha.Afinal o que mudou? Porque é que umas vezes estamos rodeados de pessoas e outras tão sozinhos? As pessoas não evaporam.
Uma pessoa que nunca deixa de estar ao meu lado é a minha melhor amiga. Conhecemo-nos há anos e nada, mesmo nada nos separou. Assim é que vemos quem são as pessoas realmente especiais...
Nestes ultimos tempos tenho reparado em algo que me anda a inquietar. Passa-se montes de tempo com pessoas com quem partilhamos bons momentos e de repente puf! Acaba-se tudo. Foi apenas necessário mudar de escola para ver muitas pessoas a não me ligarem nenhum quando passam por mim. Afinal o que se passa? Hello!!! Continuo a ser a mesma pessoa!
Outro dos casos que tenho visto é colegas meus a deixarem a sua "antiga vida" enterrada e começarem uma como se nunca tivessem tido outra. Não percebo como é que temos uma sociedade tão deslaçada.
Se calhar eu já sei o que se passa. O problema é meu. Sim, só pode ser. Se calhar os outros é que procedem da maneira correcta. Mas eu não consigo ser assim! Alguém me consegue explicar como é que se consegue esquecer tudo de bom que se viveu e com quem se viveu? Nós ao longo da vida tamos sempre a conhecer pessoas novas. Será que há vagas para isso? Se conhecemos uns temos de deixar de conhecer outros? Nós deviamos estar sempre a ganhar novos amigos, não a perde-los.
Há um ano sentia-me muito bem, sempre rodeda de gente fixe. Agora sinto-me tão sozinha.Afinal o que mudou? Porque é que umas vezes estamos rodeados de pessoas e outras tão sozinhos? As pessoas não evaporam.
Uma pessoa que nunca deixa de estar ao meu lado é a minha melhor amiga. Conhecemo-nos há anos e nada, mesmo nada nos separou. Assim é que vemos quem são as pessoas realmente especiais...
sábado, dezembro 02, 2006
Coisas da vida...
Pois, mais um dia que se está a passar...A cada dia que passa estou mais próxima das férias, como poderão imaginar, não vejo a hora de me ver "livre". Pois mas até lá tenho de enfrentar mais duas semanas de trabalho, incluindo três dias com testes. Sinceramente sou muito preguiçosa! Segunda tenho teste de Economia e está-me a custar muito estudar. Em vez disso estou aqui a escrever, que sinceramente é bem mais divertido do que enfiar montanhas de páginas de matéria na cabeça. Apesar de gostar de Economia está mesmo a custar começar...Estou mesmo a ver a restante noite de sábado a estudar as causas e tipos de desemprego e a decorar fórmulas como: calcular o custo unitário ou a taxa de actividade. É engraçado como quando não tenho testes, tenho uma grande dificuldade em arranjar algo para me distrair e quando tenho testes, apetece-me fazer tudo menos estudar...Devo estar aqui mesmo para ganhar coragem para pegar nos livros...Pessoal não façam como eu...Não inventem cenas para não cumprirem com os vossos deveres... Acho que chegou a hora! Tenho mesmo de ir! Desejem-me boa sorte...
sexta-feira, dezembro 01, 2006
Parem e pensem...
Hello again!!!!!!!
Hoje é um dia muito especial para mim!
Não! Não é por ser feriado e não haver aulas! Não! Não é por se comemorar a restauração da independencia! É por ser o dia de aniversário de uma pessoa muito especial para mim.É o meu padrinho! Desde já lhe desejo aqui os meus sinceros parabéns e as maiores felicidades.
Pois claro, há um dia especial e nós lembramo-nos de dizer às pessoas o quanto são importantes para nós.
Muitas vezes andamos tao ocupados com coisas completamente insignificantes, que nos passa completamente ao lado dizermos às pessoas de quem gostamos o quanto são importantes. O ser humano perde tanto tempo com guerras, discussões que nem se lembra do que realmente é importante.
O Natal está-se a aproximar... Aproveitem para parar e pensar no tempo que perdem com o que não interessa. Evitem discussões e sejam felizes nesta época. E como o Natal é quando um homem quer, façam com que seja Natal todos os dias do ano.
"Por cada minuto que nos zangamos, perdemos 60segundos de felicidade!"
Hoje é um dia muito especial para mim!
Não! Não é por ser feriado e não haver aulas! Não! Não é por se comemorar a restauração da independencia! É por ser o dia de aniversário de uma pessoa muito especial para mim.É o meu padrinho! Desde já lhe desejo aqui os meus sinceros parabéns e as maiores felicidades.
Pois claro, há um dia especial e nós lembramo-nos de dizer às pessoas o quanto são importantes para nós.
Muitas vezes andamos tao ocupados com coisas completamente insignificantes, que nos passa completamente ao lado dizermos às pessoas de quem gostamos o quanto são importantes. O ser humano perde tanto tempo com guerras, discussões que nem se lembra do que realmente é importante.
O Natal está-se a aproximar... Aproveitem para parar e pensar no tempo que perdem com o que não interessa. Evitem discussões e sejam felizes nesta época. E como o Natal é quando um homem quer, façam com que seja Natal todos os dias do ano.
"Por cada minuto que nos zangamos, perdemos 60segundos de felicidade!"
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Natal
sábado, novembro 18, 2006
Um pouco sobre mim...para começar
Vamos lá ver o que vai sair daqui...
Sou a Anabela, tenho 15 anos e moro em Marco de Canaveses. Sempre vivi nesta simpática cidade. Até agora mantive a minha vida toda aqui. Recentemente, as coisas alteraram-se pois agora estudo na Escola Secundária de Penafiel e tenho de andar para lá e para cá todos os dias.Não pude continuar a estudar cá pois na Escola Secundaria do Marco não há a area que eu pretendo. São coisas da vida! Quem quer muito uma coisa tem de se sacrificar por ela. Em termos profissionais o meu objectivo é tirar o curso de gestão de empresas (de preferencia na faculdade de Economia do Porto). Postreriormente gostaria de me dedicar à area de Markting e Estratégia, mas isso é algo para pensar muito mais tarde. Agora tenho de pensar em conseguir entrar na faculdade.
Deixando a escola....Nos meus tempos livres não abdico de estar com os meus amigos. Sou completamente apaixonada por eles. Costumo ir ao cinema, ler, ver tv, jogar pc e escrever. Adoro escrever e quando começo não paro. Gostava imenso de fazer teatro e de dançar...Infelizmente nunca me meti em nada disso. Se calhar porque nunca fiz um esforço para procurar um grupo de teatro amador ou de dança. O meu desporto preferido é tenis e gosto de assistir a uns jogos de vez em quando...
Por hoje fico por aqui mas mais tarde irei fazer com que me conheçam melhor.
Tou a criar este blog com o objectivo de poder divulgar as minhas ideias sobre variados temas, obter os vossos comentários e mostrar ao mundo um bocado daquilo que eu sou, penso e defendo.Espero que gostem!
Sou a Anabela, tenho 15 anos e moro em Marco de Canaveses. Sempre vivi nesta simpática cidade. Até agora mantive a minha vida toda aqui. Recentemente, as coisas alteraram-se pois agora estudo na Escola Secundária de Penafiel e tenho de andar para lá e para cá todos os dias.Não pude continuar a estudar cá pois na Escola Secundaria do Marco não há a area que eu pretendo. São coisas da vida! Quem quer muito uma coisa tem de se sacrificar por ela. Em termos profissionais o meu objectivo é tirar o curso de gestão de empresas (de preferencia na faculdade de Economia do Porto). Postreriormente gostaria de me dedicar à area de Markting e Estratégia, mas isso é algo para pensar muito mais tarde. Agora tenho de pensar em conseguir entrar na faculdade.
Deixando a escola....Nos meus tempos livres não abdico de estar com os meus amigos. Sou completamente apaixonada por eles. Costumo ir ao cinema, ler, ver tv, jogar pc e escrever. Adoro escrever e quando começo não paro. Gostava imenso de fazer teatro e de dançar...Infelizmente nunca me meti em nada disso. Se calhar porque nunca fiz um esforço para procurar um grupo de teatro amador ou de dança. O meu desporto preferido é tenis e gosto de assistir a uns jogos de vez em quando...
Por hoje fico por aqui mas mais tarde irei fazer com que me conheçam melhor.
Tou a criar este blog com o objectivo de poder divulgar as minhas ideias sobre variados temas, obter os vossos comentários e mostrar ao mundo um bocado daquilo que eu sou, penso e defendo.Espero que gostem!
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