segunda-feira, maio 28, 2007
O dia que ainda agora começou...Nunca mais acaba...
Hoje acordei muito cedo. Como podem reparar, ainda é muito cedo para estar acordada. Ainda por cima deitei-me muito tarde... Neste momento, estou em aulas (ok, num pequeno intervalo) e este dia promete ser duro. Quando lutamos por uma coisa, muitas vezes passamos maus bocados como eu agora estou a passar. Não vejo o fim deste dia e ainda agora começou. Devem estar a pensar:"de que é que esta se queixa? Até vem à net durante as aulas!". Pois, mas a seguir vem uma data de disciplinas completamente "seca" e desinteressantes. Isto vai de mal a pior. Já perdi até o interesse total pelas aulas. Quero férias!!! Tirem-me daqui!!!
sábado, maio 26, 2007
Quando as palavras não saem e os pensamentos são vazios...
A minha vida tem-se tornado cada vez mais desinteressante. Tive um grande azar. Afinal não há o meu curso na escola secundaria de Amarante. Confesso que estou muito decepcionada pois queria mesmo sair de Penafiel. Era só para ver se esta vida se tornava um pouco mais interessante. É que nem assunto para escrever tenho tido como se tem notado...
Que raio esta vida não são só estudos...Mas de que posso eu falar?
Com o meu principe continua o mesmo...Ele quer voltar mas eu vou ser mais dura, mais rigida. Sofri mt para o aceitar de braços abertos agora. Nao é que não o vá aceitar, mas para já vou ficar como estou, que estou muito bem.
Hoje passei o dia em casa sem fazer absolutamente nada. Com toda esta conversa sinto-me uma verdadeira seca. Sinto-me vazia...
Agora estou a falar com a minha melhor amiga através da net. Sempre se faz algo. Eu prometo que vou dar animo à minha vida. Prometo aqui a mim e a voces todos. Ok, eu não estou à espera que vocês leiam esta seca, mas há dias em que não estamos mesmo inspirados e hoje isso acontece-me (tal como me tem acontecido no ultimo mês). Na verdade tenho sido um pouco preguiçosa, egocêntrica e desinteressada...Isto são só defeitos... Ok, sinto-me perdida e nao sei que rumo hei de dar À minha vida. E as minhas conversas são a vida, mais a vida e a vid outra vez. Enfim...
Estou sem palavras...Devo estar em estado vegetativo e ainda não reparei...Quero férias já que sou muito nova para pedir a reforma...
Que raio esta vida não são só estudos...Mas de que posso eu falar?
Com o meu principe continua o mesmo...Ele quer voltar mas eu vou ser mais dura, mais rigida. Sofri mt para o aceitar de braços abertos agora. Nao é que não o vá aceitar, mas para já vou ficar como estou, que estou muito bem.
Hoje passei o dia em casa sem fazer absolutamente nada. Com toda esta conversa sinto-me uma verdadeira seca. Sinto-me vazia...
Agora estou a falar com a minha melhor amiga através da net. Sempre se faz algo. Eu prometo que vou dar animo à minha vida. Prometo aqui a mim e a voces todos. Ok, eu não estou à espera que vocês leiam esta seca, mas há dias em que não estamos mesmo inspirados e hoje isso acontece-me (tal como me tem acontecido no ultimo mês). Na verdade tenho sido um pouco preguiçosa, egocêntrica e desinteressada...Isto são só defeitos... Ok, sinto-me perdida e nao sei que rumo hei de dar À minha vida. E as minhas conversas são a vida, mais a vida e a vid outra vez. Enfim...
Estou sem palavras...Devo estar em estado vegetativo e ainda não reparei...Quero férias já que sou muito nova para pedir a reforma...
sábado, abril 07, 2007
carta ao meu principe
Príncipe das histórias que te foste sem eu querer…Não escolhi este destino, não fui eu que te pedi para ires. Um dia fizeste-me saber da tua escolha e deixaste-me na companhia apenas de mim própria. Os pássaros voaram para longe, as folhas caíram das árvores, a chuva espreitou e o frio gelou. A tua notícia veio com o Outono…Tanto o céu como a minha vida, ficaram escuros e sem um sol para os iluminar. Partiste e levaste contigo o teu sorriso que me aquecia.
O Inverno custou a passar…
A Primavera chegou e trouxe-te contigo…Mas com a alegria que esta trouxe não veio de novo o teu sorriso, a tua luz. A vida mudou. Hoje pedes tudo de volta, hoje queres o sol a brilhar de novo. Tu que trouxeste as nuvens ao meu ser, queres que te dê o sol como antes.
Sonhaste alto, quiseste mais e mais. Quiseste ser mais feliz…
Hoje vejo uns olhos tristes e apagados, quando outrora reluziam como estrelas. És o vulto da solidão. Tua luz apagou-se no mesmo momento que a minha, embora ninguém repare, embora tu não reconheças. Quiseste novas aventuras, conhecer novas vidas e saíste falhado, derrotado. Nas caras que outrora juntas reinavam, agora separadas submetem-se à solidão e à incerteza.
Pensavas que sozinho terias mais sucesso, que encontrarias suportes mais fortes, no entanto saíste frágil.
Enquanto que me destruo lentamente vejo em ti um ser já destruído, perdido, revoltado e infeliz. Pensa nos teus erros…Os meus já foram pensados.
E agora queres a vida que tinhas de volta? Desejei a minha enquanto ansiavas novidades.
Uma parte de mim quer te dar o que perdeste mas um dos grandes problemas do mundo é não poder apagar episódios do passado. Era bom poder fazer uma ligação entre o passado distante e o futuro sem passar pelo passado próximo…no entanto não é possível e temos de enfrentar o presente. E há marcas que permanecem. As feridas agora abertas podem cicatrizar…mas a cicatriz permanecerá bem marcada na pele frágil de toda a história.
Queres-me mas não é a ti que eu quero. Eu quero o impossível. Aceitar-te-ei se me deres o impossível.
Há coisas que o coração perdoa mas a cabeça não esquece. Eu nem perdoar consigo, quanto mais esquecer.
O Inverno custou a passar…
A Primavera chegou e trouxe-te contigo…Mas com a alegria que esta trouxe não veio de novo o teu sorriso, a tua luz. A vida mudou. Hoje pedes tudo de volta, hoje queres o sol a brilhar de novo. Tu que trouxeste as nuvens ao meu ser, queres que te dê o sol como antes.
Sonhaste alto, quiseste mais e mais. Quiseste ser mais feliz…
Hoje vejo uns olhos tristes e apagados, quando outrora reluziam como estrelas. És o vulto da solidão. Tua luz apagou-se no mesmo momento que a minha, embora ninguém repare, embora tu não reconheças. Quiseste novas aventuras, conhecer novas vidas e saíste falhado, derrotado. Nas caras que outrora juntas reinavam, agora separadas submetem-se à solidão e à incerteza.
Pensavas que sozinho terias mais sucesso, que encontrarias suportes mais fortes, no entanto saíste frágil.
Enquanto que me destruo lentamente vejo em ti um ser já destruído, perdido, revoltado e infeliz. Pensa nos teus erros…Os meus já foram pensados.
E agora queres a vida que tinhas de volta? Desejei a minha enquanto ansiavas novidades.
Uma parte de mim quer te dar o que perdeste mas um dos grandes problemas do mundo é não poder apagar episódios do passado. Era bom poder fazer uma ligação entre o passado distante e o futuro sem passar pelo passado próximo…no entanto não é possível e temos de enfrentar o presente. E há marcas que permanecem. As feridas agora abertas podem cicatrizar…mas a cicatriz permanecerá bem marcada na pele frágil de toda a história.
Queres-me mas não é a ti que eu quero. Eu quero o impossível. Aceitar-te-ei se me deres o impossível.
Há coisas que o coração perdoa mas a cabeça não esquece. Eu nem perdoar consigo, quanto mais esquecer.
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segunda-feira, março 26, 2007
Já entrei de férias. Agora é aproveitar ao máximo.
Na passada sexta-feira faltei às aulas. Soube na quinta que teria de ficar em Penafiel todo o dia de sexta. Fiquei completamente doida. Ninguem ca no Marco ia ter aulas e eu ia. GRR!! Ora na manhã de sexta acordei muito mal-disposta vá se lá saber porquê. Fui para aquele inferno mas a dor de cabeça piorou. Eu não ia aguentar la o dia todo. Decidi então faltar a aulas da parte de tarde. Tinha uma justificação e tudo. Foi a melhor coisa que eu fiz. Apesar da dor de cabeça diverti-me imenso pois tive com muitos amigos que tanta falta me fazem.
Não tenho parado em casa. Tenho de aprovetar muito bem o tempo que tenho para estar com os meus queridos.
Há bocadinho convidaram-me para uma pijama party. Isto é so diversão.
Eu tou a tentar ficar bem. Tenho a minha psicologa, a minha mãe e os meus amigos a ajudarem-me. mas falta-me o meu principe :(
Não sei bem o que vou fazer hoje. Talvez ler um bocadinho, ver um filme...Hoje o dia esta calmo ao contrario de sabado que só parei À noite em casa e de ontem que tive toda a tarde a passear...
Na passada sexta-feira faltei às aulas. Soube na quinta que teria de ficar em Penafiel todo o dia de sexta. Fiquei completamente doida. Ninguem ca no Marco ia ter aulas e eu ia. GRR!! Ora na manhã de sexta acordei muito mal-disposta vá se lá saber porquê. Fui para aquele inferno mas a dor de cabeça piorou. Eu não ia aguentar la o dia todo. Decidi então faltar a aulas da parte de tarde. Tinha uma justificação e tudo. Foi a melhor coisa que eu fiz. Apesar da dor de cabeça diverti-me imenso pois tive com muitos amigos que tanta falta me fazem.
Não tenho parado em casa. Tenho de aprovetar muito bem o tempo que tenho para estar com os meus queridos.
Há bocadinho convidaram-me para uma pijama party. Isto é so diversão.
Eu tou a tentar ficar bem. Tenho a minha psicologa, a minha mãe e os meus amigos a ajudarem-me. mas falta-me o meu principe :(
Não sei bem o que vou fazer hoje. Talvez ler um bocadinho, ver um filme...Hoje o dia esta calmo ao contrario de sabado que só parei À noite em casa e de ontem que tive toda a tarde a passear...
segunda-feira, março 19, 2007
À procura das coisas boas da vida
Tenho de começar a ver algumas coisas boas na minha vida e não tudo negro.
Não me posso esquecer que tenho muitos amigos que gostam de mim. Uma em especial fez-me ver que está sempre do meu lado e isso deixa-me muito feliz mesmo.
No passado dia 15, acabei o meu teste de TIC mais cedo e a professora foi uma querida. Deixou-me ir apanhar o autocarro mais cedo. Soube tão bem poder estar um bocadinho com os meus amigos naquele dia.
Finalmente acho que já começam a reconhecer o meu valor. No último período tirei 14 a português sem achar justo, no entanto acabei por baixar ainda mais a minha nota como aconteceu com a generalidade das disciplinas. Este período confesso que um 14 talvez seria justo. Porém a professora ponderou um 15. Só por isso acho que já me foi dado algum valor. O pior é que o resto dos meus testes estão todos com notas mais baixas do que aquilo que eu queria e não sei se vou conseguir atingir a média que pretendo. Os meus problemas afectaram tudo mesmo tudo. Até as poucas coisas em que eu era boa.
Bom, mas os testes já acabaram e tenho muito mais tempo livre para fazer aquilo que realmente gosto e me faz sentir bem como ler, escrever e dançar.
Lista do que me faz sentir realmente bem por ordem decrescente:
Ä Dançar
Ä Escrever
Ä Chocolate
Ä Sair
Ä Ouvir musica
Ä Ler
Ä Conversar
Lista dos meus principais objectivos por ordem decrescente:
Ä Ser feliz
Ä Ter verdadeiros amigos
Ä Entrar na FEP
Ä Tirar licenciatura/mestrado em gestão e markting e estratégia
Ä Tirar um curso de francês
Ä Ir a Paris
Ä Ser uma empresária de sucesso
Ä (…)
Lista das minhas paixões por ordem decrescente:
Ä Os meus amigos
Ä Língua francesa
Ä Dançar
Ä Escrever
Ä Musica
Ä Representação
Ä Negócio
Ä Estratégia
Ä Monopoly
Ä Noite
Lista dos meus 3 sabores preferidos por ordem decrescente:
Ä Chocolate
Ä Café
Ä Canela
(…)
E podia continuar a fazer listas das coisas mesmo boas da vida pela tarde fora…Não podem dizer que não sabem nada sobre mim. Já sabem muito mesmo muito… Transpareço tudo o que sinto, tudo o que sou até quando escrevo.
Não me posso esquecer que tenho muitos amigos que gostam de mim. Uma em especial fez-me ver que está sempre do meu lado e isso deixa-me muito feliz mesmo.
No passado dia 15, acabei o meu teste de TIC mais cedo e a professora foi uma querida. Deixou-me ir apanhar o autocarro mais cedo. Soube tão bem poder estar um bocadinho com os meus amigos naquele dia.
Finalmente acho que já começam a reconhecer o meu valor. No último período tirei 14 a português sem achar justo, no entanto acabei por baixar ainda mais a minha nota como aconteceu com a generalidade das disciplinas. Este período confesso que um 14 talvez seria justo. Porém a professora ponderou um 15. Só por isso acho que já me foi dado algum valor. O pior é que o resto dos meus testes estão todos com notas mais baixas do que aquilo que eu queria e não sei se vou conseguir atingir a média que pretendo. Os meus problemas afectaram tudo mesmo tudo. Até as poucas coisas em que eu era boa.
Bom, mas os testes já acabaram e tenho muito mais tempo livre para fazer aquilo que realmente gosto e me faz sentir bem como ler, escrever e dançar.
Lista do que me faz sentir realmente bem por ordem decrescente:
Ä Dançar
Ä Escrever
Ä Chocolate
Ä Sair
Ä Ouvir musica
Ä Ler
Ä Conversar
Lista dos meus principais objectivos por ordem decrescente:
Ä Ser feliz
Ä Ter verdadeiros amigos
Ä Entrar na FEP
Ä Tirar licenciatura/mestrado em gestão e markting e estratégia
Ä Tirar um curso de francês
Ä Ir a Paris
Ä Ser uma empresária de sucesso
Ä (…)
Lista das minhas paixões por ordem decrescente:
Ä Os meus amigos
Ä Língua francesa
Ä Dançar
Ä Escrever
Ä Musica
Ä Representação
Ä Negócio
Ä Estratégia
Ä Monopoly
Ä Noite
Lista dos meus 3 sabores preferidos por ordem decrescente:
Ä Chocolate
Ä Café
Ä Canela
(…)
E podia continuar a fazer listas das coisas mesmo boas da vida pela tarde fora…Não podem dizer que não sabem nada sobre mim. Já sabem muito mesmo muito… Transpareço tudo o que sinto, tudo o que sou até quando escrevo.
Crescer...
Crescer… Aí está a palavra-chave.
Quando tinha menos uns aninhos, ansiava, não sei porquê, pelos meus 16 anos. Pelo que eu via era uma idade fantástica onde tudo era permitido. Era curtição e mais curtição. Era, pensava eu, o pico de uma vida! Achava que a vida seria muito melhor e muito mais fácil. Eram sonhos e mais sonhos como é meu costume.
Hoje tenho 16anos e estou a passar o pior período da minha vida. Se 1génio me aparecesse e me realizasse um desejo à escolha aquilo que eu pedia era apenas recuperar toda a vida que tinha há um ano atrás. Aqui há uns dias tive com uma amiga minha que disse que dava tudo para ter a vidinha do 9ºano.Que vida espectacular! A vida que eu ansiava há uns anos vivi-a de facto no ano passado.
Pois, crescer traz os seus problemas. Caem-nos em cima uma montanha de responsabilidades e problemas. Por um lado começo a ter medo de crescer…Mas por outro anseio novos dias, anseio uma oportunidade de reconstruir a minha vida, de poder ser quem sou e de poder ser feliz.
No presente, a minha vida é escura, eu já nem sei quem sou. Posso aqui fazer uma espécie de um jogo e descrever-me como eu realmente sempre fui, depois descrever-me como e sou neste momento e a seguir descrever aquilo que eu gostava de ser…
Sempre me conheci como uma pessoa alegre, faladora, cheia de energia, que preza muito a amizade e nunca está sozinha. Via-me inteligente, perspicaz, corajosa, aventureira, apaixonada pela vida e lutadora. Como não podia faltar, uma menina cheia de sonhos. Sempre tive pouca auto-estima.
Neste momento ando sozinha, triste, a chorar pelos cantos, a achar que a minha vida não faz sentido. Estou sem força de viver. Apetece-me desistir de tudo. Estou-me a autodestruir…
Gostava de ser uma pessoa risonha, alegre, cheia de talentos e dotes, inteligente, vencedora, independente, feliz, cheia de pessoas à minha volta, divertida, enérgica, menos preguiçosa, forte etc. Gostava de gostar de mim.
A minha vida era uma casa com todo o conforto. Um dia ruiu. Agora tenho a esperança de a reconstruir e fazer com que ela fique melhor do que a primeira. Mas faltam os materiais. A minha missão é arranjar esses materiais e pôr mãos à obra.
Crescer é um desafio. Crescer enfraquece-nos. No entanto as fraquezas são a origem das nossas forças tal como as tristezas a origem da felicidade. É quando estamos fracos que sentimos mais necessidade da força. É quando estamos tristes que sentimos mais a necessidade da felicidade. É quando estamos por baixo que mais lutamos para chegar ao topo.
Agora vejo o quanto fui feliz e é agora que eu vejo, com mais intensidade, o quanto feliz quero ser…
Quando tinha menos uns aninhos, ansiava, não sei porquê, pelos meus 16 anos. Pelo que eu via era uma idade fantástica onde tudo era permitido. Era curtição e mais curtição. Era, pensava eu, o pico de uma vida! Achava que a vida seria muito melhor e muito mais fácil. Eram sonhos e mais sonhos como é meu costume.
Hoje tenho 16anos e estou a passar o pior período da minha vida. Se 1génio me aparecesse e me realizasse um desejo à escolha aquilo que eu pedia era apenas recuperar toda a vida que tinha há um ano atrás. Aqui há uns dias tive com uma amiga minha que disse que dava tudo para ter a vidinha do 9ºano.Que vida espectacular! A vida que eu ansiava há uns anos vivi-a de facto no ano passado.
Pois, crescer traz os seus problemas. Caem-nos em cima uma montanha de responsabilidades e problemas. Por um lado começo a ter medo de crescer…Mas por outro anseio novos dias, anseio uma oportunidade de reconstruir a minha vida, de poder ser quem sou e de poder ser feliz.
No presente, a minha vida é escura, eu já nem sei quem sou. Posso aqui fazer uma espécie de um jogo e descrever-me como eu realmente sempre fui, depois descrever-me como e sou neste momento e a seguir descrever aquilo que eu gostava de ser…
Sempre me conheci como uma pessoa alegre, faladora, cheia de energia, que preza muito a amizade e nunca está sozinha. Via-me inteligente, perspicaz, corajosa, aventureira, apaixonada pela vida e lutadora. Como não podia faltar, uma menina cheia de sonhos. Sempre tive pouca auto-estima.
Neste momento ando sozinha, triste, a chorar pelos cantos, a achar que a minha vida não faz sentido. Estou sem força de viver. Apetece-me desistir de tudo. Estou-me a autodestruir…
Gostava de ser uma pessoa risonha, alegre, cheia de talentos e dotes, inteligente, vencedora, independente, feliz, cheia de pessoas à minha volta, divertida, enérgica, menos preguiçosa, forte etc. Gostava de gostar de mim.
A minha vida era uma casa com todo o conforto. Um dia ruiu. Agora tenho a esperança de a reconstruir e fazer com que ela fique melhor do que a primeira. Mas faltam os materiais. A minha missão é arranjar esses materiais e pôr mãos à obra.
Crescer é um desafio. Crescer enfraquece-nos. No entanto as fraquezas são a origem das nossas forças tal como as tristezas a origem da felicidade. É quando estamos fracos que sentimos mais necessidade da força. É quando estamos tristes que sentimos mais a necessidade da felicidade. É quando estamos por baixo que mais lutamos para chegar ao topo.
Agora vejo o quanto fui feliz e é agora que eu vejo, com mais intensidade, o quanto feliz quero ser…
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quarta-feira, março 07, 2007
de "A Amizade é real" CapituloIV "A grande mudança"
Estes jovens passaram vários anos a fazer das suas na ”Rua”. Todos moravam muito perto, quer fosse no prédio lá existente como a Carla, ou numa das casas de habitação como era o caso de Daniela. Assim podiam-se encontrar a qualquer hora e era muito mais fácil estar juntos.
Um dia, Carla confidenciou à sua fiel companheira Daniela, que não iria continuar a morar na sua actual casa por muito mais tempo. Tinha encontrado uma casa com mais e melhores condições para lhe oferecer. Daniela ficou desesperada. Não queria por nada perder a companhia da sua melhor amiga.
Parecia que todos os seus companheiros de infância a estavam a deixar pois João já teria feito o mesmo anteriormente. O caso deste, era diferente, pois resolveu regressar, mas Carla iria mudar-se definitivamente.
E agora como seria a vida de Daniela sem Carla? As duas meninas não conseguiam passar um dia sem as suas brincadeiras. Daniela sentia-se triste, sozinha e desamparada mas por outro lado feliz pela amiga que iria ter uma vida melhor.
Carla e Cris iriam lá aparecer sempre que pudessem, coisa que aconteceu nos primeiros tempos. Como já era de esperar, a vida delas mudou e deixaram a pouco e pouco de aparecer na “Rua”. A vida neste divertido local de brincadeiras nunca mais foi a mesma!
Daniela sentia-se tão só e tinha medo de perder a sua fiel amiga. O que a consolava é que a nova casa de Carlaficava muito perto da antiga. Poderia visitá-la sempre que pudesse demorando apenas dois minutos a chegar lá.
No Verão desse ano, as duas companheiras deixaram de ter contacto uma com a outra, pois Carlaausentou-se da cidade. Foi dos momentos em que Daniela se sentiu mais só em toda a sua vida. Será que quando um amigo muda de casa, a amizade com este vai desaparecendo? É o que acontece na maioria dos casos. Certamente já aconteceu convosco. É muito normal! Acho que acontece com toda a gente. Mas será que isso é suficiente para destruir uma amizade verdadeira como esta?
Daniela encontrava companhia em Joãoé que tinha regressado à “Rua” e em Paula que se tinha mudado para lá há algum tempo. Não era a mesma coisa! Chorava dia e noite. Sentia a falta da verdadeira amizade. Não havia um dia em que não espreitasse a casa da amiga com a esperança de revê-la.
Entretanto Carlaregressou.
Daniela encontrava-se em frente à casa da amiga com a habitual esperança de a ver. Nesse dia isso aconteceu. A persistência de Daniela resultou. As duas amigas abraçaram-se e nunca mais se separaram.
À semelhança dos anos anteriores,Carla e Daniela passaram o Verão juntas.
Nada disto pôde destruir esta forte amizade.
Um dia, Carla confidenciou à sua fiel companheira Daniela, que não iria continuar a morar na sua actual casa por muito mais tempo. Tinha encontrado uma casa com mais e melhores condições para lhe oferecer. Daniela ficou desesperada. Não queria por nada perder a companhia da sua melhor amiga.
Parecia que todos os seus companheiros de infância a estavam a deixar pois João já teria feito o mesmo anteriormente. O caso deste, era diferente, pois resolveu regressar, mas Carla iria mudar-se definitivamente.
E agora como seria a vida de Daniela sem Carla? As duas meninas não conseguiam passar um dia sem as suas brincadeiras. Daniela sentia-se triste, sozinha e desamparada mas por outro lado feliz pela amiga que iria ter uma vida melhor.
Carla e Cris iriam lá aparecer sempre que pudessem, coisa que aconteceu nos primeiros tempos. Como já era de esperar, a vida delas mudou e deixaram a pouco e pouco de aparecer na “Rua”. A vida neste divertido local de brincadeiras nunca mais foi a mesma!
Daniela sentia-se tão só e tinha medo de perder a sua fiel amiga. O que a consolava é que a nova casa de Carlaficava muito perto da antiga. Poderia visitá-la sempre que pudesse demorando apenas dois minutos a chegar lá.
No Verão desse ano, as duas companheiras deixaram de ter contacto uma com a outra, pois Carlaausentou-se da cidade. Foi dos momentos em que Daniela se sentiu mais só em toda a sua vida. Será que quando um amigo muda de casa, a amizade com este vai desaparecendo? É o que acontece na maioria dos casos. Certamente já aconteceu convosco. É muito normal! Acho que acontece com toda a gente. Mas será que isso é suficiente para destruir uma amizade verdadeira como esta?
Daniela encontrava companhia em Joãoé que tinha regressado à “Rua” e em Paula que se tinha mudado para lá há algum tempo. Não era a mesma coisa! Chorava dia e noite. Sentia a falta da verdadeira amizade. Não havia um dia em que não espreitasse a casa da amiga com a esperança de revê-la.
Entretanto Carlaregressou.
Daniela encontrava-se em frente à casa da amiga com a habitual esperança de a ver. Nesse dia isso aconteceu. A persistência de Daniela resultou. As duas amigas abraçaram-se e nunca mais se separaram.
À semelhança dos anos anteriores,Carla e Daniela passaram o Verão juntas.
Nada disto pôde destruir esta forte amizade.
Vida, porque me traíste?
O que tenho a dizer é que a vida é bastante injusta!
Há um ano atrás andava numa escola à frente de minha casa. Adorava aquela escola. Tinha lá os meus amigos todos. Podia estar com eles todos os dias, divertir-me à grande mesmo. Os meus professores eram muito fixes. Tinha notas óptimas. A vida era tão mais fácil…
Este ano mudou tudo. E quando digo tudo é mesmo tudo. A minha vida era perfeita. Um verdadeiro conto de fadas. Uma princesa com príncipe e tudo!
Em Julho de 2005 conheci o meu príncipe. Até aí a minha auto-estima estava bastante em baixo, sentia-me incompleta, faltava algo…Mas o meu príncipe mostrou-me que podemos sorrir todos os dias, mostrou-me que a vida valia a pena. Nunca fui tão feliz. Nunca pensei que alguém pudesse gostar tanto de mim e que me fizesse sentir tão bem.
Passei o meu 9ºano a ver todos os dias o meu príncipe. Acordava e pensava no quanto queria estar com ele nesse dia em todos da minha vida. Passei coisas fantásticas e inesquecíveis. Eu só queria que aquele sonho não tivesse fim. EU ERA A RAPARIGA MAIS FELIZ DO MUNDO!!! Ele era a minha vida!
Fiz tudo por aquele rapaz. Senão fiz mais foi porque não pude. Ele às vezes não percebia porque não fazia mais. Não fazia porque não podia. Eu amava-o muito, muito. A seguir à minha melhor amiga ele era a pessoa mais importante da minha vida.
O 9ºano acabou e decidimos o nosso futuro de diferentes maneiras.
O meu sorriso estava prestes a ser substituído por lágrimas.
Ainda me lembro dos últimos dias que consegui esboçar aquele sorriso que me caracterizava. Eu adoro sorrir. Estou sempre a mostrar os dentes e aquele metal reluzente que eles têm…J Mas quando o meu sorriso é mesmo sentido é muito melhor.
Nas férias, eu e o meu príncipe tivemos uma ligeira quebra. Na altura aquilo parecia o fim do mundo mas agora vejo que não era nada.
Quando as férias estavam a acabar eu pensava que aquilo não ia dar certo. Ele iria conhecer uma pessoa melhor, não íamos estar juntos, ele ia-me deixar. Ele dizia que não, que gostava de mim… Parece que eu adivinhara o futuro. As aulas começaram e desde aí que a minha vida tem sido um inferno. As lágrimas correm-me pela cara todos os dias, repito vezes sem conta:”eu quero ser feliz”!
Vou todos os dias para uma escola que não me diz nada, estou com pessoas que não me dizem nada, tenho saudades de todos os meus amigos e o pior de tudo é que perdi o meu príncipe.
É duro acordar todos os dias e enfrentar a realidade. É duro desejar aquilo que já tive mas que nunca mais irei ter.
Porque é que tudo isto me aconteceu? Porque é que o rapaz com quem partilhei os melhores momentos da minha vida deixou de querer fazer parte desta? Como é que eu vou conseguir refazer a minha vida sem a pessoa a quem me dediquei durante tanto tempo? É duro ter de aceitar que tudo acabou. Eu amo-o muito!
Recentemente conheci um rapaz espectacular. Ele tem feito com que os meus dias não sejam tão escuros…Tenho as minhas amigas a “torcer” por nós. Na verdade ele não me é totalmente indiferente. Ele poderá ser uma boa oportunidade para sorrir de novo. No entanto continua a ser pelo meu príncipe (que já não é meu) que o meu coração bate com mais força, é com ele que sonho todas as noites, é nele que penso quando me acordo e me deito…Um amor destes não se esquece da noite para o dia. Não percebo porque ele esqueceu. Possivelmente ele nunca gostou tanto de mim como eu dele… Tenho pena de não ter conseguido fazê-lo tão feliz como ele me fez. Espero que alguém o faça pois eu quero o melhor para ele. E espero sinceramente que nunca ninguém o faça sofrer nem metade daquilo que ele me fez. Mas não guardo rancor. O que interessam são as coisas boas.
Eu quero ser feliz. Este novo rapaz pode ser uma nova esperança, poderá tornar-se no meu novo príncipe. Talvez para o ano vá estudar para Amarante e assim começar uma vida nova mas desta vez da melhor maneira. Tenho muita esperança. O meu objectivo principal é ser realmente feliz e estar bem.
Há um ano atrás andava numa escola à frente de minha casa. Adorava aquela escola. Tinha lá os meus amigos todos. Podia estar com eles todos os dias, divertir-me à grande mesmo. Os meus professores eram muito fixes. Tinha notas óptimas. A vida era tão mais fácil…
Este ano mudou tudo. E quando digo tudo é mesmo tudo. A minha vida era perfeita. Um verdadeiro conto de fadas. Uma princesa com príncipe e tudo!
Em Julho de 2005 conheci o meu príncipe. Até aí a minha auto-estima estava bastante em baixo, sentia-me incompleta, faltava algo…Mas o meu príncipe mostrou-me que podemos sorrir todos os dias, mostrou-me que a vida valia a pena. Nunca fui tão feliz. Nunca pensei que alguém pudesse gostar tanto de mim e que me fizesse sentir tão bem.
Passei o meu 9ºano a ver todos os dias o meu príncipe. Acordava e pensava no quanto queria estar com ele nesse dia em todos da minha vida. Passei coisas fantásticas e inesquecíveis. Eu só queria que aquele sonho não tivesse fim. EU ERA A RAPARIGA MAIS FELIZ DO MUNDO!!! Ele era a minha vida!
Fiz tudo por aquele rapaz. Senão fiz mais foi porque não pude. Ele às vezes não percebia porque não fazia mais. Não fazia porque não podia. Eu amava-o muito, muito. A seguir à minha melhor amiga ele era a pessoa mais importante da minha vida.
O 9ºano acabou e decidimos o nosso futuro de diferentes maneiras.
O meu sorriso estava prestes a ser substituído por lágrimas.
Ainda me lembro dos últimos dias que consegui esboçar aquele sorriso que me caracterizava. Eu adoro sorrir. Estou sempre a mostrar os dentes e aquele metal reluzente que eles têm…J Mas quando o meu sorriso é mesmo sentido é muito melhor.
Nas férias, eu e o meu príncipe tivemos uma ligeira quebra. Na altura aquilo parecia o fim do mundo mas agora vejo que não era nada.
Quando as férias estavam a acabar eu pensava que aquilo não ia dar certo. Ele iria conhecer uma pessoa melhor, não íamos estar juntos, ele ia-me deixar. Ele dizia que não, que gostava de mim… Parece que eu adivinhara o futuro. As aulas começaram e desde aí que a minha vida tem sido um inferno. As lágrimas correm-me pela cara todos os dias, repito vezes sem conta:”eu quero ser feliz”!
Vou todos os dias para uma escola que não me diz nada, estou com pessoas que não me dizem nada, tenho saudades de todos os meus amigos e o pior de tudo é que perdi o meu príncipe.
É duro acordar todos os dias e enfrentar a realidade. É duro desejar aquilo que já tive mas que nunca mais irei ter.
Porque é que tudo isto me aconteceu? Porque é que o rapaz com quem partilhei os melhores momentos da minha vida deixou de querer fazer parte desta? Como é que eu vou conseguir refazer a minha vida sem a pessoa a quem me dediquei durante tanto tempo? É duro ter de aceitar que tudo acabou. Eu amo-o muito!
Recentemente conheci um rapaz espectacular. Ele tem feito com que os meus dias não sejam tão escuros…Tenho as minhas amigas a “torcer” por nós. Na verdade ele não me é totalmente indiferente. Ele poderá ser uma boa oportunidade para sorrir de novo. No entanto continua a ser pelo meu príncipe (que já não é meu) que o meu coração bate com mais força, é com ele que sonho todas as noites, é nele que penso quando me acordo e me deito…Um amor destes não se esquece da noite para o dia. Não percebo porque ele esqueceu. Possivelmente ele nunca gostou tanto de mim como eu dele… Tenho pena de não ter conseguido fazê-lo tão feliz como ele me fez. Espero que alguém o faça pois eu quero o melhor para ele. E espero sinceramente que nunca ninguém o faça sofrer nem metade daquilo que ele me fez. Mas não guardo rancor. O que interessam são as coisas boas.
Eu quero ser feliz. Este novo rapaz pode ser uma nova esperança, poderá tornar-se no meu novo príncipe. Talvez para o ano vá estudar para Amarante e assim começar uma vida nova mas desta vez da melhor maneira. Tenho muita esperança. O meu objectivo principal é ser realmente feliz e estar bem.
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Passado
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Grrr....Finalmente um tempinho livre. Mas por pouco tempo...
Começaram outra vez os testes e nem tenho tempo para respirar...Fiz ontem um teste de Matematica que me correu mesmo mt mal e vou baixar a nota.
Isto é estudo, trabalho e mais trabalho...Desengane-se quem pensar que a vida de estudante é facil porque não é.
Parece que a nivel pessoal as coisas estão estabilizadas. O amor voltou a sorrir-me. Não sei é por quanto tempo...
bem...Não, nunca mais escrevi...Mas é impossivel. Tão impossivel que vou ter de dizer xau...
Voltarei para publicar o 4ºcapitulo.
Começaram outra vez os testes e nem tenho tempo para respirar...Fiz ontem um teste de Matematica que me correu mesmo mt mal e vou baixar a nota.
Isto é estudo, trabalho e mais trabalho...Desengane-se quem pensar que a vida de estudante é facil porque não é.
Parece que a nivel pessoal as coisas estão estabilizadas. O amor voltou a sorrir-me. Não sei é por quanto tempo...
bem...Não, nunca mais escrevi...Mas é impossivel. Tão impossivel que vou ter de dizer xau...
Voltarei para publicar o 4ºcapitulo.
de "A Amizade é real" CapituloIII- "Grandes Rivalidades"
Depois de se tornarem as melhores amigas, Daniela e Carla tiveram grandes discussões mas nada que não se resolvesse rapidamente. Eram muito unidas e estavam sempre a preparar alguma para tramar o João. A Cris sempre disse que elas tinham uma grande paixão pelo João para estar sempre a pregar-lhe partidas. Talvez Carla tivesse. Na verdade a maior rivalidade que havia na “Rua” era entre ela e o João. Não é que eles não fossem amigos mas andavam sempre à pancada.
Carla passava a vida a pregar-lhe partidas com a ajuda da fiel Daniela, que não se divertia menos que ela. Já com o João passava-se uma coisa totalmente diferente. Este queria arranjar maneira de namorar com a pequena.
Era inacreditável o que João fazia. Chegou mesmo a pedir à mãe de Carla, a sua mão em casamento. Carla ficava furiosa com estas atitudes e PIMBA! Lá estava ela a bater-lhe e ele a chorar.
Quem estiver a ler estas coisas certamente sentirá pena deste pobre coitado, mas na verdade ele não é flor que se cheire.
João era um mentiroso compulsivo e um tarado incurável. Não perdia a oportunidade de se despir para provocar as raparigas. Estava sempre a inventar e a arranjar confusões.
Daniela e Carla achavam que ele era um porco e um sem vergonha. Na verdade era um alvo a abater.
Tudo isto causava grandes peripécias!
João estava sempre a fazer-se às raparigas principalmente à Carla como já havia dito. Ele tinha de conseguir o que queria.
Numa tarde, quando as crianças brincavam ao carteiro (jogo em que se transmitam mensagens através de um elemento que fazia de carteiro) aconteceu o que Carla não esperava. João era o carteiro. Chegou ao pé de Carla e entregou-lhe a mensagem que mais conflitos causou. Deu-lhe um beijo! Sim, na boca! A reacção de Carla foi péssima, como já era de esperar. Alegou muito alto que a boca de João sabia a chouriço! Será que Carla gosta de chouriço? Todos se riram. A rapariga, indignada quis contar tudo à mãe do rapaz mas acabou por ser gozada. Carla não tinha outra alternativa. Tinha de planear a sua vingança, sempre com o apoio de Daniela, e fazer-lhe a vida negra.
Quem também tinha o dom de fazer a vida negra às pessoas era Pedro. O puto era bastante violento e estava sempre metido em confusões. Era também muito porco. Costumava pegar em comida do chão ou de qualquer lado e acabar de digeri-la. Com este miúdo na “Rua” ninguém sentia falta de colheres pois este espalhava todas as que utilizava pelo local.
Encontrava-se então outro alvo a abater pelas duas meninas.
E Cris, sem se meter nestes conflitos, divertia-se à sua maneira. Resolveu assustar todas as crianças com a brincadeira do “Capa Preta” que teve origem na terrível e já famosa história do “Capa Vermelha” que virou mito.
As guerras entre os miúdos eram inacreditáveis e pareciam intermináveis.
Carla passava a vida a pregar-lhe partidas com a ajuda da fiel Daniela, que não se divertia menos que ela. Já com o João passava-se uma coisa totalmente diferente. Este queria arranjar maneira de namorar com a pequena.
Era inacreditável o que João fazia. Chegou mesmo a pedir à mãe de Carla, a sua mão em casamento. Carla ficava furiosa com estas atitudes e PIMBA! Lá estava ela a bater-lhe e ele a chorar.
Quem estiver a ler estas coisas certamente sentirá pena deste pobre coitado, mas na verdade ele não é flor que se cheire.
João era um mentiroso compulsivo e um tarado incurável. Não perdia a oportunidade de se despir para provocar as raparigas. Estava sempre a inventar e a arranjar confusões.
Daniela e Carla achavam que ele era um porco e um sem vergonha. Na verdade era um alvo a abater.
Tudo isto causava grandes peripécias!
João estava sempre a fazer-se às raparigas principalmente à Carla como já havia dito. Ele tinha de conseguir o que queria.
Numa tarde, quando as crianças brincavam ao carteiro (jogo em que se transmitam mensagens através de um elemento que fazia de carteiro) aconteceu o que Carla não esperava. João era o carteiro. Chegou ao pé de Carla e entregou-lhe a mensagem que mais conflitos causou. Deu-lhe um beijo! Sim, na boca! A reacção de Carla foi péssima, como já era de esperar. Alegou muito alto que a boca de João sabia a chouriço! Será que Carla gosta de chouriço? Todos se riram. A rapariga, indignada quis contar tudo à mãe do rapaz mas acabou por ser gozada. Carla não tinha outra alternativa. Tinha de planear a sua vingança, sempre com o apoio de Daniela, e fazer-lhe a vida negra.
Quem também tinha o dom de fazer a vida negra às pessoas era Pedro. O puto era bastante violento e estava sempre metido em confusões. Era também muito porco. Costumava pegar em comida do chão ou de qualquer lado e acabar de digeri-la. Com este miúdo na “Rua” ninguém sentia falta de colheres pois este espalhava todas as que utilizava pelo local.
Encontrava-se então outro alvo a abater pelas duas meninas.
E Cris, sem se meter nestes conflitos, divertia-se à sua maneira. Resolveu assustar todas as crianças com a brincadeira do “Capa Preta” que teve origem na terrível e já famosa história do “Capa Vermelha” que virou mito.
As guerras entre os miúdos eram inacreditáveis e pareciam intermináveis.
terça-feira, janeiro 16, 2007
Por meias palavras...
Está publicado o capitulo II de "A amizade é real". Peço aos leitores para lerem a história por ordem (primeiro o capitulo I e depois o II) como é óbvio.
É certo que gosto muito de escrever. Ultimamente tenho tido muitas ideias para escrever novas histórias. Infelizmente, devido à falta de tempo, é impossivel realizar esses projectos. Nos ultimos tempos tenho-me tornado numa romantica. Este feito é inédito pois eu nunca fui dada a estas coisas... Na verdade, escrevo conforme o meu estado de espirito...Quererá isto dizer alguma coisa?
Lutar pelos nossos objectivos não é uma tarefa nada fácil mas não podemos desistir. Por lutar por sonhos a nivel pessoas, crio dificuldades no campo pessoal. É muito complicado gerir tudo isto.
Costumo dizer que os meus dias deveriam ter quarente e oito horas em vez de vinte e quatro para poder ter mais tempo para mim e para os meus projectos pessoais...
Pergunto-me se alguém percebeu do que estava a falar...
Acho que é cedo para me adiantar neste campo tão pessoal de que pertendo falar...
É certo que gosto muito de escrever. Ultimamente tenho tido muitas ideias para escrever novas histórias. Infelizmente, devido à falta de tempo, é impossivel realizar esses projectos. Nos ultimos tempos tenho-me tornado numa romantica. Este feito é inédito pois eu nunca fui dada a estas coisas... Na verdade, escrevo conforme o meu estado de espirito...Quererá isto dizer alguma coisa?
Lutar pelos nossos objectivos não é uma tarefa nada fácil mas não podemos desistir. Por lutar por sonhos a nivel pessoas, crio dificuldades no campo pessoal. É muito complicado gerir tudo isto.
Costumo dizer que os meus dias deveriam ter quarente e oito horas em vez de vinte e quatro para poder ter mais tempo para mim e para os meus projectos pessoais...
Pergunto-me se alguém percebeu do que estava a falar...
Acho que é cedo para me adiantar neste campo tão pessoal de que pertendo falar...
Capitulo II de "A amizade é real" - Da realidade à fantasia
As coisas mudaram um bocado com a chegada de um novo rapaz à rua. Luís, era o seu nome, parecia um miúdo muito estranho. Tudo à volta dele era um mistério. A imaginação das crianças chegou ao limite. Devido a estranhos comportamentos do seu irmão, como quando espreitava pela janela com ar assustador e lhes metia medo e com a ajuda das histórias sinistras que os mais velhos lhes contavam, as crianças afirmavam que Luís e sua família eram fantasmas, coisa que nunca se veio a confirmar.
Depois de vários acontecimentos estranhos e inexplicáveis na “Rua”, surge um que é levado mais a sério. Apesar de não mostrarem, até os mais velhos se sentiam receosos em relação ao que se passava. Como não haveriam de se sentir assim? Sempre que algo diferente acontecia, a ”Rua” tornava-se misteriosa e sombria. Surge então a “Lenda do Capa Vermelha” na “Rua” por parte dos adultos. As crianças contavam aos mais crescidos, que a mesma acontecia na “Rua”, mas estes acreditavam que era fruto da sua imaginação. Estariam certos? Será? Talvez…
“Segundo esta lenda, os antigos das Lages*, diziam que costumavam ver, nas manhãs de nevoeiro, um vulto vermelho enquanto trabalhavam nos seus campos. Isto suscitava muito medo nos que habitavam nas Lages, pois a seguir a esse fenómeno sucediam estranhos desaparecimentos de pessoas das redondezas, juntamente com um rasto de destruição. Dizia-se que era a marca do “Capa Vermelha” arrastando as suas vítimas. Ninguém estava impune.”
Com o tempo, as crianças começaram a ver marcas semelhantes às da lenda. Apareciam do nada pequenos rastos de destruição. Mas como saberiam se estes acontecimentos estavam relacionados com a famosa lenda? Nunca viveram tal situação. Só conheciam a lenda contada de boca em boca e como se sabe: “quem conta um conto, acrescenta um ponto”. Mas o que é certo é que algo fora do normal se passava. Apareciam objectos que levavam a crer que os conduziam ao “Capa Vermelha”.
Num desses dias, apareceu por toda a “Rua”, um rasto de pétalas de rosa vermelhas juntamente com uma mensagem:
Querem saber onde estou?
Ponham-se a pensar.
Sigam a lógica
Perto de mim vão chegar.
Esta mensagem não dizia nada aos miúdos.
Nessa noite, Cris percebeu do que se tratava. Só podia ser o jogo da lógica*. Juntaram-se todos à volta de Cris a escutar o inteligente raciocínio que partia da única pista existente:
Cris: - Pétala? Pétala – Rosa! Rosa? Rosa – Roseira! Roseira? Roseira – Planta! Planta – Arvore! Árvore – Madeira! Madeira? PAPEL!!! ELE ESTÀ NA FÁBRICA DE PAPEL!!!
-Pensem um bocado…Onde fica a fábrica de papel? Nas Lages. O que é que acontece nas Lages? Vocês sabem.
Na “Rua” criou-se um silêncio frio e assustador. Era mesmo verdade que existia uma fábrica de papel nas Lages. Estaria lá o que eles procuravam?
Depois deste acontecimento, as crianças começaram a sentir fascínio por temas que metessem medo. Começaram a reunirem-se à noite para contarem as suas histórias mais assustadoras. Ao princípio era tudo imaginação, até que a Carla quebrou a fantasia e contou uma história real – “O cavalo que corre o fado”.
“Dizia-se que quando uma mulher tinha cinco filhos homens ou cinco filhas mulheres o quinto teria de se chamar Adão ou Eva respectivamente. Caso contrário o seu filho ou a sua filha corriam o fado.”
Carla: - Um dia, uma mulher pediu ajuda ao meu bisavô. Este era conhecido como um homem corajoso que não tinha medo de nada. A mulher dizia que durante a noite, quando ia ao quarto da sua filha e a via dormir, sentia que alguma coisa estava errada. A filha não acordava até de manhã. A mãe sentia que o espírito da pequena não estava no seu corpo. O meu bisavô perguntou-lhe quantos filhos tinha e o nome da filha em questão. A mulher respondeu que tinha cinco filhas e que a pequena se chamava Amélia. O meu bisavô percebeu logo – a lenda do “cavalo que corre o fado”. Quando soavam as doze badaladas da meia-noite, o espírito de Amélia transformava-se num cavalo branco que corria pela vila…ou seja corria o fado!
A meio da história, Daniela reparou que havia uma luz que tirava todo aquele clima. Disse bem alto que a mesma se podia apagar. Passado alguns minutos isso aconteceu inexplicavelmente. O terror espalhou-se pelas caras das crianças, mas Carla continuou a história…
Carla: - O meu avô decidiu ajudar a mulher. Este criou uma cerca de madeira por onde o cavalo passava, com o objectivo de o parar para lhe atirar com uma seta. Se o meu avô não lhe acertasse no sítio certo a pequena morria mas felizmente isso não sucedeu e o espírito dela ficou livre para sempre.
Passado alguns dias, Daniela, ouviu à meia-noite, o galopar de um cavalo. Não foi a única. O que seria?
Depois de vários acontecimentos estranhos e inexplicáveis na “Rua”, surge um que é levado mais a sério. Apesar de não mostrarem, até os mais velhos se sentiam receosos em relação ao que se passava. Como não haveriam de se sentir assim? Sempre que algo diferente acontecia, a ”Rua” tornava-se misteriosa e sombria. Surge então a “Lenda do Capa Vermelha” na “Rua” por parte dos adultos. As crianças contavam aos mais crescidos, que a mesma acontecia na “Rua”, mas estes acreditavam que era fruto da sua imaginação. Estariam certos? Será? Talvez…
“Segundo esta lenda, os antigos das Lages*, diziam que costumavam ver, nas manhãs de nevoeiro, um vulto vermelho enquanto trabalhavam nos seus campos. Isto suscitava muito medo nos que habitavam nas Lages, pois a seguir a esse fenómeno sucediam estranhos desaparecimentos de pessoas das redondezas, juntamente com um rasto de destruição. Dizia-se que era a marca do “Capa Vermelha” arrastando as suas vítimas. Ninguém estava impune.”
Com o tempo, as crianças começaram a ver marcas semelhantes às da lenda. Apareciam do nada pequenos rastos de destruição. Mas como saberiam se estes acontecimentos estavam relacionados com a famosa lenda? Nunca viveram tal situação. Só conheciam a lenda contada de boca em boca e como se sabe: “quem conta um conto, acrescenta um ponto”. Mas o que é certo é que algo fora do normal se passava. Apareciam objectos que levavam a crer que os conduziam ao “Capa Vermelha”.
Num desses dias, apareceu por toda a “Rua”, um rasto de pétalas de rosa vermelhas juntamente com uma mensagem:
Querem saber onde estou?
Ponham-se a pensar.
Sigam a lógica
Perto de mim vão chegar.
Esta mensagem não dizia nada aos miúdos.
Nessa noite, Cris percebeu do que se tratava. Só podia ser o jogo da lógica*. Juntaram-se todos à volta de Cris a escutar o inteligente raciocínio que partia da única pista existente:
Cris: - Pétala? Pétala – Rosa! Rosa? Rosa – Roseira! Roseira? Roseira – Planta! Planta – Arvore! Árvore – Madeira! Madeira? PAPEL!!! ELE ESTÀ NA FÁBRICA DE PAPEL!!!
-Pensem um bocado…Onde fica a fábrica de papel? Nas Lages. O que é que acontece nas Lages? Vocês sabem.
Na “Rua” criou-se um silêncio frio e assustador. Era mesmo verdade que existia uma fábrica de papel nas Lages. Estaria lá o que eles procuravam?
Depois deste acontecimento, as crianças começaram a sentir fascínio por temas que metessem medo. Começaram a reunirem-se à noite para contarem as suas histórias mais assustadoras. Ao princípio era tudo imaginação, até que a Carla quebrou a fantasia e contou uma história real – “O cavalo que corre o fado”.
“Dizia-se que quando uma mulher tinha cinco filhos homens ou cinco filhas mulheres o quinto teria de se chamar Adão ou Eva respectivamente. Caso contrário o seu filho ou a sua filha corriam o fado.”
Carla: - Um dia, uma mulher pediu ajuda ao meu bisavô. Este era conhecido como um homem corajoso que não tinha medo de nada. A mulher dizia que durante a noite, quando ia ao quarto da sua filha e a via dormir, sentia que alguma coisa estava errada. A filha não acordava até de manhã. A mãe sentia que o espírito da pequena não estava no seu corpo. O meu bisavô perguntou-lhe quantos filhos tinha e o nome da filha em questão. A mulher respondeu que tinha cinco filhas e que a pequena se chamava Amélia. O meu bisavô percebeu logo – a lenda do “cavalo que corre o fado”. Quando soavam as doze badaladas da meia-noite, o espírito de Amélia transformava-se num cavalo branco que corria pela vila…ou seja corria o fado!
A meio da história, Daniela reparou que havia uma luz que tirava todo aquele clima. Disse bem alto que a mesma se podia apagar. Passado alguns minutos isso aconteceu inexplicavelmente. O terror espalhou-se pelas caras das crianças, mas Carla continuou a história…
Carla: - O meu avô decidiu ajudar a mulher. Este criou uma cerca de madeira por onde o cavalo passava, com o objectivo de o parar para lhe atirar com uma seta. Se o meu avô não lhe acertasse no sítio certo a pequena morria mas felizmente isso não sucedeu e o espírito dela ficou livre para sempre.
Passado alguns dias, Daniela, ouviu à meia-noite, o galopar de um cavalo. Não foi a única. O que seria?
segunda-feira, dezembro 25, 2006
Como prometido, está publicado o 1º capitulo da fantástica história que retrata a infância da minha gentil pessoa e da minha melhor amiga!!! Como nome provisório tem "A amizade é real". Devo dizer que esta história é completamente veridica para minha grande vergonha. Como as pessoas involvidas são um pouco ridicularizadas neste conto, optamos por usar nomes ficticios. Garanto-vos que isto é um estrondo. Ler vai ser divertido...Então imaginem ter vivido estas cenas malucas...Prometo-vos que vão gostar...
Para já fica publicado o 1ºcapítulo. Em breve publicarei o 2º... Boa leitura!!!
Ps: Deixem comentários à história por favor.
Para já fica publicado o 1ºcapítulo. Em breve publicarei o 2º... Boa leitura!!!
Ps: Deixem comentários à história por favor.
de "A amizade é real" - Capítulo I - "As traumatizadas"
Daniela sofre um trauma de infância quando lhe dão o nome “nelita”, coitada, brincava solitária na “Rua”. Vamos lhe chamar “Rua”! Ela passava o seu tempo, a falar com pessoas que os outros não viam, pois é, e não e´tudo ela brincava ao faz de conta e tinha um namorado imaginário…pobre criança… Adorava imaginar grandes aventuras e convencia-se mesmo que estava a vivê-las. Passava tardes a brincar como se estivesse a voar, no fundo ela queria imitar aquela cantora que canta:”I belive I can fly;I belive can tutch the sky…” porque fazia GESTOS como se tocasse no céu…. Chegando mesmo a ser patética. Por outro lado, Carla era mais realista. Adorava dançar (e não com musica imaginária).
Um dia, Carla foi à janela da sua sala e viu a pequena Daniela a brincar ao faz de conta. Pensava que a miúda tinha pirado. Mazinha como mostrava ser, abriu por completo a janela, aumentou o volume da música e começou a dançar tentando mostrar que era a melhor. Daniela viu-a e morreu de vergonha. A partir daí tentou sempre fugir daquela sua vizinha… Morria de vergonha sempre que a via.
Isto não poderia ficar assim senão não tinha piada! Depois de algum tempo, Carla mostrou que não era tão mazinha como parecia e Daniela perdeu a sua timidez. As duas tornaram-se grandes amigas e desde aí nunca mais se separaram.
Aqui está como estas meninas se conheceram. E depois? O que é que lhes aconteceu? A resposta é tão extensa que não cabe nesta história por mais que se escreva.
Carla e Daniela passaram a sua infância com várias aventuras. Nelas participaram não só as duas meninas, mas também as outras crianças que habitavam nas redondezas. Destas destacam-se Cris, irmã de Carla e João, bem como os seus irmãos, Pedro e Maria.
Estas crianças passavam os dias a inventar brincadeiras novas. Onde elas se metiam!
-Guerreiros? Eram coisas de desenhos animados, talvez.
-Leca? - Mas o que é isso? – Perguntam vocês.
-Acampamentos sem sair da rua? – Mas que grande imaginação.
Algumas brincadeiras eram infantis e outras bastante criativas. Na verdade o mais importante de tudo é que viveram a sua infância ao máximo.
Um dia, Carla foi à janela da sua sala e viu a pequena Daniela a brincar ao faz de conta. Pensava que a miúda tinha pirado. Mazinha como mostrava ser, abriu por completo a janela, aumentou o volume da música e começou a dançar tentando mostrar que era a melhor. Daniela viu-a e morreu de vergonha. A partir daí tentou sempre fugir daquela sua vizinha… Morria de vergonha sempre que a via.
Isto não poderia ficar assim senão não tinha piada! Depois de algum tempo, Carla mostrou que não era tão mazinha como parecia e Daniela perdeu a sua timidez. As duas tornaram-se grandes amigas e desde aí nunca mais se separaram.
Aqui está como estas meninas se conheceram. E depois? O que é que lhes aconteceu? A resposta é tão extensa que não cabe nesta história por mais que se escreva.
Carla e Daniela passaram a sua infância com várias aventuras. Nelas participaram não só as duas meninas, mas também as outras crianças que habitavam nas redondezas. Destas destacam-se Cris, irmã de Carla e João, bem como os seus irmãos, Pedro e Maria.
Estas crianças passavam os dias a inventar brincadeiras novas. Onde elas se metiam!
-Guerreiros? Eram coisas de desenhos animados, talvez.
-Leca? - Mas o que é isso? – Perguntam vocês.
-Acampamentos sem sair da rua? – Mas que grande imaginação.
Algumas brincadeiras eram infantis e outras bastante criativas. Na verdade o mais importante de tudo é que viveram a sua infância ao máximo.
"A Amizade é real" - Introdução
Toda a gente sabe que todos os momentos são para viver ao máximo, tanto os bons como os maus pois são parte de nós. Por esta mesma razão, três amigas fazem das suas vidas uma verdadeira loucura.
Tudo começa num pequeno local com cerca de 80 metros de comprimento em que as protagonistas desta história viveram grandes aventuras na sua infância. E a história começa mesmo aqui – na infância.
Daniela e Carla conheceram-se nesta pequena rua que muito lhes deu. A primeira sempre viveu aqui. Não conheceu outra morada a não ser esta, enquanto que a segunda só veio morar para aqui quando já era uma criança crescida.
Tudo começa num pequeno local com cerca de 80 metros de comprimento em que as protagonistas desta história viveram grandes aventuras na sua infância. E a história começa mesmo aqui – na infância.
Daniela e Carla conheceram-se nesta pequena rua que muito lhes deu. A primeira sempre viveu aqui. Não conheceu outra morada a não ser esta, enquanto que a segunda só veio morar para aqui quando já era uma criança crescida.
quinta-feira, dezembro 21, 2006
O amor é uma ilusão
Isto é um pouco complicado de falar...Se calhar só digo isto porque me desiludi com a vida, com o amor...Se eu parar e pensar um bocado, todos os dias vejo na televisão, novelas ou series que demonstram que o amor é uma coisa bela, real e eterna. Se é bela? concordo...Real? Começo a duviar... Eterna? discordo plenamente.
Mas que raio de sentimento é este que é efemero? Se calhar é isto que o torna especial...Único...E que temos de aprender a vivê-lo no momento. Talvez seja isso que me falta. Aprender a viver a minha vida no presente, esquecendo o passado e o futuro, apenas viver o agora...Talvez tenhamos todos de fazer isso para conseguirmos ser felizes...
Apesar de tudo eu acho o amor muito injusto...É que quando estamos bem, somos as pessoas mais felizes do mundo, quando estamos mal...bem... temos de aprender que nem tudo é um mar de rosas... Mas quando acaba....É tão ingrato! Somos tão felizes durante um tempo, damos tudo de nós e outras coisas mais, sonhamos, criamos, idealizamos para depois tudo acabar... Por isso é que eu digo que o amor é uma ilusão...Sonhamos ser felizes para sempre mas um dia descobrimos que a vida foi ingrata...Isto dito por uma rapariga de 15anos que quer muito voltar a acreditar que o amor ainda nos pode fazer eternamente felizes...
Mas que raio de sentimento é este que é efemero? Se calhar é isto que o torna especial...Único...E que temos de aprender a vivê-lo no momento. Talvez seja isso que me falta. Aprender a viver a minha vida no presente, esquecendo o passado e o futuro, apenas viver o agora...Talvez tenhamos todos de fazer isso para conseguirmos ser felizes...
Apesar de tudo eu acho o amor muito injusto...É que quando estamos bem, somos as pessoas mais felizes do mundo, quando estamos mal...bem... temos de aprender que nem tudo é um mar de rosas... Mas quando acaba....É tão ingrato! Somos tão felizes durante um tempo, damos tudo de nós e outras coisas mais, sonhamos, criamos, idealizamos para depois tudo acabar... Por isso é que eu digo que o amor é uma ilusão...Sonhamos ser felizes para sempre mas um dia descobrimos que a vida foi ingrata...Isto dito por uma rapariga de 15anos que quer muito voltar a acreditar que o amor ainda nos pode fazer eternamente felizes...
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sábado, dezembro 09, 2006
Natal...
Pois é...O Natal está aí à porta!!!!
Quando era pequenina adorava esta época festiva. Acreditei no Pai Natal até para aí aos meus 8 anos. Até escrevia cartas, fazia desenhos e deixava bolinhos para o velhinho de barbas branquinhas...O momento de decorar a árvore de Natal era mágico! Quando era mais pequena, o Natal era a minha época preferida!!!
Bom, bom ainda não decorei a minha árvore...Vou ver se faço isso o mais rápidamente possivel. Pois, agora já não acredito no Pai Natal, a magia já não é a mesma...
Hoje, comecei a fazer as minhas primeiras compras de Natal. É todos os anos um stress, saber o que vou dar a quem. É que eu não tenho imaginãção nenhuma, mas pelo menos fica a intenção...
Tou com um problema mta grande!! Há uma cena que odeio profundamente no Natal. Na dita consoada os ditos seres que me acompanham, lembram-se de ir todos jogar sueca e não me deixam participar na dita actividade social...Grrrr...Meus amores, não discriminem. É muito triste ser ignorada nessa noite. É que não me deixam mesmo jogar. :(
Ok mas esqueçam isso, a mensagem que quero passar é que confraternizem com as pessoas que mais gostam...
Quando era pequenina adorava esta época festiva. Acreditei no Pai Natal até para aí aos meus 8 anos. Até escrevia cartas, fazia desenhos e deixava bolinhos para o velhinho de barbas branquinhas...O momento de decorar a árvore de Natal era mágico! Quando era mais pequena, o Natal era a minha época preferida!!!
Bom, bom ainda não decorei a minha árvore...Vou ver se faço isso o mais rápidamente possivel. Pois, agora já não acredito no Pai Natal, a magia já não é a mesma...
Hoje, comecei a fazer as minhas primeiras compras de Natal. É todos os anos um stress, saber o que vou dar a quem. É que eu não tenho imaginãção nenhuma, mas pelo menos fica a intenção...
Tou com um problema mta grande!! Há uma cena que odeio profundamente no Natal. Na dita consoada os ditos seres que me acompanham, lembram-se de ir todos jogar sueca e não me deixam participar na dita actividade social...Grrrr...Meus amores, não discriminem. É muito triste ser ignorada nessa noite. É que não me deixam mesmo jogar. :(
Ok mas esqueçam isso, a mensagem que quero passar é que confraternizem com as pessoas que mais gostam...
sexta-feira, dezembro 08, 2006
O que é que se passa com esta gente?
Nestes ultimos tempos tenho reparado em algo que me anda a inquietar. Passa-se montes de tempo com pessoas com quem partilhamos bons momentos e de repente puf! Acaba-se tudo. Foi apenas necessário mudar de escola para ver muitas pessoas a não me ligarem nenhum quando passam por mim. Afinal o que se passa? Hello!!! Continuo a ser a mesma pessoa!
Outro dos casos que tenho visto é colegas meus a deixarem a sua "antiga vida" enterrada e começarem uma como se nunca tivessem tido outra. Não percebo como é que temos uma sociedade tão deslaçada.
Se calhar eu já sei o que se passa. O problema é meu. Sim, só pode ser. Se calhar os outros é que procedem da maneira correcta. Mas eu não consigo ser assim! Alguém me consegue explicar como é que se consegue esquecer tudo de bom que se viveu e com quem se viveu? Nós ao longo da vida tamos sempre a conhecer pessoas novas. Será que há vagas para isso? Se conhecemos uns temos de deixar de conhecer outros? Nós deviamos estar sempre a ganhar novos amigos, não a perde-los.
Há um ano sentia-me muito bem, sempre rodeda de gente fixe. Agora sinto-me tão sozinha.Afinal o que mudou? Porque é que umas vezes estamos rodeados de pessoas e outras tão sozinhos? As pessoas não evaporam.
Uma pessoa que nunca deixa de estar ao meu lado é a minha melhor amiga. Conhecemo-nos há anos e nada, mesmo nada nos separou. Assim é que vemos quem são as pessoas realmente especiais...
Nestes ultimos tempos tenho reparado em algo que me anda a inquietar. Passa-se montes de tempo com pessoas com quem partilhamos bons momentos e de repente puf! Acaba-se tudo. Foi apenas necessário mudar de escola para ver muitas pessoas a não me ligarem nenhum quando passam por mim. Afinal o que se passa? Hello!!! Continuo a ser a mesma pessoa!
Outro dos casos que tenho visto é colegas meus a deixarem a sua "antiga vida" enterrada e começarem uma como se nunca tivessem tido outra. Não percebo como é que temos uma sociedade tão deslaçada.
Se calhar eu já sei o que se passa. O problema é meu. Sim, só pode ser. Se calhar os outros é que procedem da maneira correcta. Mas eu não consigo ser assim! Alguém me consegue explicar como é que se consegue esquecer tudo de bom que se viveu e com quem se viveu? Nós ao longo da vida tamos sempre a conhecer pessoas novas. Será que há vagas para isso? Se conhecemos uns temos de deixar de conhecer outros? Nós deviamos estar sempre a ganhar novos amigos, não a perde-los.
Há um ano sentia-me muito bem, sempre rodeda de gente fixe. Agora sinto-me tão sozinha.Afinal o que mudou? Porque é que umas vezes estamos rodeados de pessoas e outras tão sozinhos? As pessoas não evaporam.
Uma pessoa que nunca deixa de estar ao meu lado é a minha melhor amiga. Conhecemo-nos há anos e nada, mesmo nada nos separou. Assim é que vemos quem são as pessoas realmente especiais...
sábado, dezembro 02, 2006
Coisas da vida...
Pois, mais um dia que se está a passar...A cada dia que passa estou mais próxima das férias, como poderão imaginar, não vejo a hora de me ver "livre". Pois mas até lá tenho de enfrentar mais duas semanas de trabalho, incluindo três dias com testes. Sinceramente sou muito preguiçosa! Segunda tenho teste de Economia e está-me a custar muito estudar. Em vez disso estou aqui a escrever, que sinceramente é bem mais divertido do que enfiar montanhas de páginas de matéria na cabeça. Apesar de gostar de Economia está mesmo a custar começar...Estou mesmo a ver a restante noite de sábado a estudar as causas e tipos de desemprego e a decorar fórmulas como: calcular o custo unitário ou a taxa de actividade. É engraçado como quando não tenho testes, tenho uma grande dificuldade em arranjar algo para me distrair e quando tenho testes, apetece-me fazer tudo menos estudar...Devo estar aqui mesmo para ganhar coragem para pegar nos livros...Pessoal não façam como eu...Não inventem cenas para não cumprirem com os vossos deveres... Acho que chegou a hora! Tenho mesmo de ir! Desejem-me boa sorte...
sexta-feira, dezembro 01, 2006
Parem e pensem...
Hello again!!!!!!!
Hoje é um dia muito especial para mim!
Não! Não é por ser feriado e não haver aulas! Não! Não é por se comemorar a restauração da independencia! É por ser o dia de aniversário de uma pessoa muito especial para mim.É o meu padrinho! Desde já lhe desejo aqui os meus sinceros parabéns e as maiores felicidades.
Pois claro, há um dia especial e nós lembramo-nos de dizer às pessoas o quanto são importantes para nós.
Muitas vezes andamos tao ocupados com coisas completamente insignificantes, que nos passa completamente ao lado dizermos às pessoas de quem gostamos o quanto são importantes. O ser humano perde tanto tempo com guerras, discussões que nem se lembra do que realmente é importante.
O Natal está-se a aproximar... Aproveitem para parar e pensar no tempo que perdem com o que não interessa. Evitem discussões e sejam felizes nesta época. E como o Natal é quando um homem quer, façam com que seja Natal todos os dias do ano.
"Por cada minuto que nos zangamos, perdemos 60segundos de felicidade!"
Hoje é um dia muito especial para mim!
Não! Não é por ser feriado e não haver aulas! Não! Não é por se comemorar a restauração da independencia! É por ser o dia de aniversário de uma pessoa muito especial para mim.É o meu padrinho! Desde já lhe desejo aqui os meus sinceros parabéns e as maiores felicidades.
Pois claro, há um dia especial e nós lembramo-nos de dizer às pessoas o quanto são importantes para nós.
Muitas vezes andamos tao ocupados com coisas completamente insignificantes, que nos passa completamente ao lado dizermos às pessoas de quem gostamos o quanto são importantes. O ser humano perde tanto tempo com guerras, discussões que nem se lembra do que realmente é importante.
O Natal está-se a aproximar... Aproveitem para parar e pensar no tempo que perdem com o que não interessa. Evitem discussões e sejam felizes nesta época. E como o Natal é quando um homem quer, façam com que seja Natal todos os dias do ano.
"Por cada minuto que nos zangamos, perdemos 60segundos de felicidade!"
Etiquetas:
Admiração,
Aniversário,
Natal
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